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Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods
Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods

Durante seu mandato, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, proibiu fumar em espaços públicos, vender refrigerantes em copos gigantes e controlou a venda de alimentos com gordura trans. Agora, o prefeito direciona seus ataques ao uso do isopor como embalagem de alimentos. Em discurso nesta quinta-feira (14), Bloomberg disse que quer proibir o uso de copos, bandejas e caixas de isopor em toda a cidade de Nova York.

A proposta ainda precisa ser escrita e aprovada pelo conselho da cidade. Segundo o prefeito, o texto vai instruir escolas públicas a remover embalagens de isopor de suas lanchonetes. Bares e restaurantes serão forçados a mudar seus estoques por produtos biodegradáveis. “O isopor não é biodegradável e é virtualmente impossível de reciclar. Nós podemos viver sem ele”, disse Bloomberg.

A indústria de produtos químicos dos Estados Unidos critica o plano do prefeito. Segundo eles, a tecnologia para reciclar isopor existe e é viável, e reciclar é uma proposta melhor, do ponto de vista ambiental e econômico, do que banir. Mas segundo a prefeitura de Nova York, o isopor encarece o processo de reciclagem em cerca de US$ 20 por tonelada.

A proibição de embalagens de isopor é o carro-chefe do plano ambiental para o último ano de mandato do prefeito Michael Bloomberg. O plano também conta com propostas para melhorar a reciclagem na cidade e com um programa piloto de compostagem em Staten Island. Se o plano for aprovado, Nova York se juntará a outras cidades americanas que já proibiram embalagens de isopor, como Los Angeles, Portland, San Francisco e Seattle.

Foto: copo de café de isopor jogado no lixo em Nova York. Mark Lennihan/AP

Saiba mais:
Cidade americana proíbe venda de água em garrafas de plástico
No Reino Unido, programa voluntário não ajuda a diminuir uso de sacolinhas

(Bruno Calixto) em http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2013/02/15/prefeito-de-nova-york-quer-proibir-copos-e-bandejas-de-isopor/

Hakone Pavilion no Japão

Este é um pavilhão permanente para um artista , Toshiko Horiuchi Macadam. O artista teceu a malha da rede inteiramente à mão, ela foi projetada para que as crianças  engatinhem, brinquem e rolem ao redor,  saltem sobre a rede. As crianças brincam dentro da rede  e os pais sentam e deitam sobre as madeiras.

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Fontes:  Woods of Net / Tezuka Architects / foto TIS & Partners, por ErazoWoods Abel da Net / Tezuka Architects / TIS & Partners, fotos por Abel Erazo

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Cite: Basulto, David. “Woods of Net / Tezuka Architects” 21 de dezembro de 2009. ArchDaily. Acessado em 17 de fevereiro de 2013. “><http://www.archdaily.com/39223>

Artista japonâs tece brinquedo gigante para crianças
Artista japonâs tece brinquedo gigante para crianças

 

David Latimer e seu jardim de garrafaDavid Latimer e seu jardim de garrafa. Clique na foto e veja a matéria original.

Ao olhar para essa massa de florescimento da vida vegetal que você pensa que  David Latimer é um gênio de dedos verdes. Verdade seja dita, no entanto, seu jardim garrafa – agora com quase 53 anos- não tem tomado muito do seu tempo. De fato, na última ocasião ele o regou Ted Heath era Primeiro-Ministro e Richard Nixon estava na Casa Branca. Durante os últimos 40 anos seu jardim está completamente isolado do mundo exterior. Mas a planta spiderworts ou Tradescantia, para dar as espécies vegetais a sua denominação científica em latim,  prosperou, enchendo sua garrafa/casa globular com uma folhagem saudável. Sr. Latimer, aos 80 anos, disse que a garrafa “fica próxima a uma janela para receber um pouco de luz solar. A vegetação  cresce em direção à luz, a garrafa é virada de vez em quando para que a vegetação cresça de maneira uniforme, é a definição de baixa manutenção. Eu nunca podo as plantas, elas parecem ter crescido para os limites da garrafa. ” O jardim garrafa criou seu próprio ecossistema em miniatura. Apesar de não  ter sido isolado do mundo exterior, porque ainda está absorvendo a luz que possibilita a  fotossíntese, o processo pelo qual as plantas convertem a luz solar em energia de que precisam para crescer. Assim como qualquer outra planta, o jardim do Sr. Latimers sobreviveu e prosperou com o ciclo da fotossíntese.

Como o jardim GARRAFA CRESCE : Jardins garrafa funcionam porque seu espaço fechado criam um ecossistema totalmente auto-suficiente em que as plantas podem sobreviver por meio de fotossíntese e da  reciclagem de nutrientes. A única entrada externa necessária para manter as plantas é a luz, já que isto dá-lhe a energia que necessita para criar a sua própria comida e continuar a crescer. A luz sobre as folhas da planta é absorvida pelas proteínas que contêm clorofila (um pigmento verde). Parte dessa energia de luz é armazenada sob a forma de trifosfato de adenosina (ATP), a molécula que armazena energia. O restante é usado para remover electrons a partir da água que é absorvida a partir do solo pelas raízes das plantas. Estes elétrons, então, tornam-se “livres” – e são usados ​​em reações químicas que convertem o dióxido de carbono em hidratos de carbono, liberando oxigênio. Este processo de fotossíntese é o oposto da respiração celular que ocorre em outros organismos, incluindo humanos, em que os hidratos de carbono que contêm a energia reagem com o oxigénio para produzir dióxido de carbono, água e energia química libertação. Mas o eco-sistema também usa a respiração celular para quebrar o material em decomposição derramado pela planta. Nesta parte do processo, as bactérias no interior do solo de jardim  garrafa absorve oxigênio da planta,  resíduos de dióxido de carbono são liberandos e a planta em crescimento pode reutilizar. E, claro, à noite, quando não há luz solar para conduzir a fotossíntese, a planta também irá utilizar a respiração celular para manter-se viva por quebrar os nutrientes armazenados.

Devido ao jardim garrafa ser um ambiente fechado, que significa o ciclo de água é também um processo de auto-contido. A água na garrafa  absorvida pelas raízes das plantas, é libertada para a atmosfera durante a transpiração, condensa-se na mistura de envasamento, onde o ciclo começa de novo. Fotossíntese cria oxigênio e também coloca mais umidade no ar. A umidade se acumula no interior da garrafa e cria “chuvas” de volta para a planta. As folhas caem, na parte inferior da garrafa, criando o dióxido de carbono  também necessário para a fotossíntese e os nutrientes que absorve através das suas raízes.

Era domingo de Páscoa de 1960, quando o Sr. Latimer pensou que seria divertido começar ‘por curiosidade’ um jardim garrafa.  “Na época, a indústria química tinha mudado a maneira de  transportar coisas para  garrafas de plástico por isso havia uma grande quantidade destes garrafões de vidro no mercado. “Os jardins de garrafa eram um pouco de loucura e eu queria ver o que acontecia.”

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2267504/The-sealed-bottle-garden-thriving-40-years-fresh-air-water.html

Consciência Jeans lança tendências de inverno na feira São Paulo Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . A calça jeans da foto recebeu estampa a laser que na balada brilha com a luz negra. Este processo de estamparia economiza água  na fabricação do jeans e é um investimento da marca focado no respeito ao meio ambiente.

Jeans com estampa a laser
Jeans com estampa a laser

Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL e a WE Manuseios.

 Você encontra todas as peças de jeans na loja Consciência Jeans. Visite a Loja de Jeans na Rua Xavantes, 173 ou a Loja na Rua Joli, 582 no bairro do Brás em São Paulo ou encontre um revendedor na sua cidade, veja aqui os locais.

Garrafas de água recicladas decoram estande da Consciência Jeans na Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL com montagem da WE Manuseios.

Edilene da WE manuseios e o biombo de garrafas Consciência Jeans

Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter
Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter

 

Brasileiros já podem produzir energia solar em casa e ter desconto na conta de luz

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Ainda sem os investimentos governamentais necessários, preço da instalação do sistema completo ainda é salgado, na casa dos R$ 25 mil
Fotos: plien

Instalar um painel fotovoltaico no telhado de casa, solicitar um medidor digital da concessionária local e produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Essa realidade, já bastante comum em alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália tem tudo para começar a se desenvolver no Brasil a partir de 2013.

É que desde a segunda-feira, 17 de dezembro, o consumidor brasileiro conta com o respaldo legal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para reivindicar a própria produção de energia solar integrada à rede elétrica comum. A resolução é a aposta do mercado para impulsionar o setor, que ainda esbarra no alto custo dos equipamentos.

A expectativa é de que em 2013 a ampliação nas vendas de painéis fotovoltaicos reduza os gastos com a instalação – atualmente, o sistema completo custa, em média, R$ 25 mil. “Nos últimos três anos, o preço caiu pela metade. Com a comercialização em escala, a tendência é que diminua ainda mais nos próximos anos”, afirmou ao Estadão Luis Felipe Lima, proprietário da Minha Casa Solar.

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes

A empresa de Lima, como a maioria em atividade, é especializada em fornecer painéis para casas situadas em áreas rurais, que usam baterias para armazenar a energia produzida.

Com a nova regulamentação, abre-se a possibilidade de que a geração de energia seja absorvida nas cidades pela rede elétrica, em um sistema de compensação. “Durante o dia, com um consumo normalmente reduzido de eletricidade, a residência será fornecedora da rede”, explicou Lima.

Excedente gera créditos

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes. As regras, porém, ficam a critério da concessionária.

A AES Eletropaulo, principal distribuidora da capital paulista, determina que esses créditos sejam usados em até 36 meses. Dessa forma, períodos de muito sol fornecem créditos para serem usados em época de pouca geração. A empresa afirma que começou a atender os pedidos de acesso dos clientes desde sábado (15).

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Painéis fotovoltaicos ainda são produzidos apenas no exterior – eles convertem a energia do sol em eletricidade, que pode ser integrada à rede comum

Com as diretrizes definidas, o setor espera agora facilidades para atrair interessados. “A regulamentação foi um passo fundamental, mas temos de pensar em incentivos a financiamento dos equipamentos e políticas de atração de fabricantes para o país”, observou Ricardo Baitelo, coordenador da campanha Clima e Energia do Greenpeace.

Investimento em longo prazo

Todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o engenheiro eletricista Marcelo Villalva estima que, para a geração em residências, o medidor digital vendido pelas concessionárias custe entre R$ 200 e R$ 300.

“Uma casa normal, de duas pessoas, consome em torno de 250 quilowatts-hora por mês e precisaria de meia dúzia de painéis, com um custo de cerca de R$ 16 mil”, calculou Villalva. “Em São Paulo, levaria cerca de oito anos para amortizar o investimento. No interior e outros Estados do Brasil, com maiores níveis de insolação, pode chegar até a três anos.”

Fonte http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/dezembro/brasileiros-ja-podem-produzir-energia-solar-em?tag=energia#ixzz2Fb4LNx00

LAGOA DO ABAETÉ

Lagoa do Abaeté
Lagoa do Abaeté

A lagoa de água escura cercada de dunas de areia branca, imortalizada pelas canções de Dorival Caymmi, é a grande atração de Itapoã. Um dos mais conhecidos cartões-postais da cidade, a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste.O Parque do Abaeté ocupa uma área de 400 hectares, e desde que foi criado, em 1993, passou a ser um importante pólo de lazer ecológico de Salvador. A área urbanizada, quase metade do total do parque, reúne atrativos, naturais e culturais, como Casa da Música, lanchonetes, restaurantes, lojas de artesanato, playground e 17 quiosques para a venda de coco e de comidas típicas. Na Casa da Música da Bahia estão reunidos documentos que contam a história da música baiana, em acervos de música, vídeo, fotos, livros e instrumentos musicais. Logo na entrada quem recebe os visitantes é a “fobica”, utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.

FAROL DA BARRA

A imagem do Farol da Barra talvez seja, ao lado do Elevador Lacerda, uma das mais conhecidas em Salvador. Mesmo quem nunca esteve na capital baiana é capaz de identificar, em uma foto de cartão postal, o monumento e sua localização. E se a Bahia começou em Santa Cruz de Cabrália, Salvador nasceu na Barra. Foi lá que o navegador Américo Vespúccio descortinou, em 1501, a Bahia de Todos os Santos. A posse foi oficializada com a colocação do marco da coroa portuguesa, onde hoje estão localizados o Forte e o Farol da Barra. A vocação turística de Salvador já se fazia presente naquele momento.No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral de Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol – um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.

FAROL DE ITAPOAN

Em Tupi Guarani, Itapoan quer dizer “pedra que ronca”. Conta a história que uma pedra roncava, na praia de Itapoan, sempre que a maré estava vazante e isso acabou dando origem ao nome ao bairro, um dos mais famosos de Salvador. No início da década de 50,Itapoan era apenas uma colônia de pescadores em uma região afastada do centro de Salvador. A praia passou a ser ponto de veraneio predileto dos soteropolitanos e hoje é um dos bairros mais populosos e populares da capital baiana.Localizada numa espécie de enseada de águas claras, Itapoan tem o mar calmo e areias enfeitadas por coqueiros. E tem coisas que só acontecem lá. Segunda- feira, por exemplo, é dia de reunir os times de futebol da vizinhança para aquele show de bola. O tradicional Baba da Ressaca reúne, logo na manhã seguinte ao agitado domingo, jogadores selecionados entre os moradores do bairro, sendo mais um ponto de encontro da comunidade do bairro. Os times se enfrentam na Associação dos ex-combatentes para curar a ressaca de domingo.

PELOURINHO

A história do Pelourinho se confunde, em muito, com a história da própria cidade de Salvador, no melhor ponto para a construção da “cidade fortaleza”, o hoje chamado Pelourinho, local ideal de suas pretensões.As razões que levaram a escolha do Pelourinho são bastante claras. É a parte mais alta da cidade, em frente ao porto, perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase noventa metros de altura, por quinze quilômetros de extensão, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar.
Em poucos anos, Tomé de Souza construiu uma série de casarões e sobrados, na parte superior dessa muralha, todas inspiradas, evidentemente, na arquitetura barroca portuguesa e erguidos com mão de obra escrava negra e indígena. Para dar maior proteção à cidade, o Governador Geral limitou o acesso a apenas quatro portões, estes totalmente destruídos durante as tentativas sem sucesso, de dominação da cidade no séc. XVII.
Na verdade, o termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos, afastado da cidade. A fim de demostrar à população sua força e poder, os senhores de engenho resolveram construir um “pelourinho” no centro da cidade, instalando-o no largo central, hoje área localizada em frente acasa de Jorge Amado. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Devido a esse fato o “pelourinho” virou ponto de referência da cidade, dando nome ao antigo centro da cidade, e hoje Centro Histórico de Salvador.
Com o passar dos tempos, o nome Pelourinho se popularizou, tanto na Bahia quanto no Exterior, passando a referir-se a toda a área do conjunto arquitetônico barroco-português compreendida entre o
Terreiro de Jesus e a Igreja do Passo.
Durante o séc. XVI e até o início do séc. XX, o Pelourinho foi o bairro da aristocracia soteropolitana, composta de senhores de engenho, políticos, grandes comerciantes e o clero, por isso a forte influência européia na sua arquitetura e o grande número de igrejas num espaço geográfico tão pequeno e, certamente, o mais antigo da cidade.Foi justamente nessa época que o poder político da cidade concentrava-se nesse local que ainda tem monumentos como a Câmara Municipal, sede da Prefeitura, a Assembléia Legislativa e a sede do Governo do Estado. Porém, hoje em dia, apenas a Câmara e a Prefeitura continuam com suas sedes no Centro Histórico.

 MERCADO MODELO

O prédio, de propriedade da Prefeitura de Salvador, reproduz formas neo-clássicas consagradas da segunda metade do século XIX e é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. É cercado pela praça Cairu, Elevador Lacerda, armazéns das Docas, edifícios comerciais e um pequeno ancoradouro, conhecido como Rampa do Mercado Modelo, onde ainda aportam saveiros. Há poucos anos, no subsolo do Mercado, foram descobertos túneis sustentados arcadas, antes utilizados como refúgio contra os invasores estrangeiros. O local fica abaixo do nível do mar e, por isso, está constantemente alagado.Mesmo quem nunca veio a Salvador conhece o Mercado Modelo, pelo menos de nome. Muitos ainda conhecem a imagem de cartão postal do belo prédio amarelo. Parada obrigatória para quem visita a capital baiana, o local é um dos cinco pontos turísticos mais visitados de Salvador. A rampa, que serve de ponto de venda de peixes, é citada em pelo menos três livros de Jorge Amado: Mar Morto (1936), A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua (1961) e O Sumiço da Santa (1988). O espaço funciona todos os dias da semana das 9h às 19h. Aos domingos e feriados, o fechamento é mais cedo, às 14h.

Fonte http://lstransporteeturismo.com/Pontos-Turisticos.php

A base dos tecidos reciclados usados pela Consciência Jeans é o reaproveitamento de garrafas peet e também de sobras de tecidos de confecções 100% algodão. As garrafas pet são separadas por cores para depois serem transformadas em fibras de poliéster. Os retalhos de tecidos também são separados por cores e desfibrados. As resistentes fibras de poliéster são combinadas com o algodão reciclado criando um fio já colorido que junta a resistência do poliéster e a maciez do algodão. O resultado final é um tecido de qualidade tão boa quanto o confeccionado com matéria prima não reciclada, mas com uma diferença fundamental: um inestimável valor social e ecológico. Este é um investimento em sustentabilidade e conciência ambiental. Compartilhe esta atitude.

Fonte : http://www.etexecologica.com.br/

Em Buenos Aires lei prevê que casas e edifícios passem a usar águas pluviais para tarefas cotidiana

 

O controle do uso de água é um problema de longa data para a população mundial. Mas uma iniciativa da cidade de Buenos Aires, Argentina, pode ser uma boa opção para lidar com a futura escassez do recurso. Uma  lei municipal exige que grandes edifícios e casas passem a coletar água da chuva.

Um sistema de drenagem por meio de tanques, tubos, caixas e bombas tornará possível que os moradores passem a utilizar as águas pluviais para tarefas que não necessitam de água tratada, como limpeza de casas, calçadas, carros e jardins. Assim, espera-se diminuir o gasto de água da rede de abastecimento e evitar enchentes em épocas chuvosas.

Está sendo colocado em prática, inclusive, um plano de comunicação para o fomento à utilização da água das chuvas, de maneira que a população possa entender que grande parte do uso de água não requer que ela seja potável.

Catraca livre Felipe Blumen em 03/10/12