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A flutuação no Rio Prata, aquário natural gigante e de água claríssima, é uma das atrações principais de Bonito

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Foto: Leo Feltran

 

Na Serra da Bodoquena, fronteira com o Pantanal, cachoeiras e lagos criam uma ambientação com apelo ecológico irresistível. Uma estrutura geológica composta basicamente de rocha calcária, cavernas e grutas esculpidas ao longo do tempo guardam em suas entranhas águas cristalinas que convidam a deixar o corpo flutuar, observando o colorido dos peixes e da vegetação nativa. Tamanho atrativo leva em média 210 mil turistas por ano a Bonito e, o melhor, sem que isso represente um perigo para o delicado ecossistema. Um controle rígido garante um limite de visitantes por vez nas atrações e, por tabela, a preservação do lugar. Esse epicentro do ecoturismo nacional exibe ainda o Abismo Anhumas, a maior caverna submersa do mundo. No trajeto, a luz do sol vai pontuando as estalactites dos paredões e atinge as águas cristalinas do lago azul-turquesa lá no fundão. Outros pontos altos de Bonito são a Cachoeira Boca da Onça e a Gruta do Lago Azul: enquanto se desce por ela, a luz vai diminuindo e você segue prestando atenção nos cheiros, nas vozes que ecoam, nas diferentes imagens das formações calcárias… Parece irreal. Mas não pense que crianças e idosos precisam ficar de fora do caprichoso espetáculo de Bonito. Há trilhas de caminhada curta e bela e a tão esperada flutuação no Rio da Prata (que começa na vizinha Jardim) e no Rio Sucuri, nas quais a correnteza leva seu corpo deixando a você o único trabalho de respirar calmamente pelo snorkel e deslizar ao lado de uma quantidade impressionante de peixes que colorem as águas transparentes. Pode ter certeza de que essa  atmosfera vai ficar em sua mente para sempre.

COMO CHEGAR

Os voos de São Paulo e do rio de Janeiro aterrissam no aeroporto de Bonito às quintas e domingos (o trajeto, com escala em campo Grande, é feito por uma única companhia, a trip). de lá, o táxi até o Centro custa R$ 35, em média. também é possível chegar por campo Grande numa viagem de cinco horas em ônibus (R$ 57, Viação Cruzeiro do Sul, 3321-8797). De carro, são quase 300 km de estrada em bom estado e bem-sinalizada, que começa na BR-060, saindo do aeroporto de campo Grande.

COMO CIRCULAR

A maioria das atrações está distante do centro e, por isso, a melhor maneira de se locomover é a bordo de um carro (as locadoras mais próximas ficam em campo Grande). Quem prefere se manter longe do volante pode aderir ao chamado “transporte compartilhado”. o sistema funciona assim: as agênciasde turismo fecham programações diárias para as atrações e levam os visitantes em vans (a diária média sai a R$ 30 por pessoa). Do Centro, é possível ir a pé a restaurantes, bares e ao aquário de Bonito.

Fontes:

http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-ms-bonito

Ecoturismo em Bonito

48 horas em Florianópolis

Um fim de semana recheado com praias, esportes radicais, gastronomia e história

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui

Edu Lyra

Praia da Joaquina, em Florianópolis

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Dunas da praia de Joaquina, em Florianópolis, Santa Catarina

É impossível resistir aos encantos de Florianópolis – ou, simplesmente, Floripa. Só as praias, lagoas, dunas e montanhas já valem a viagem. Mas além das belezas naturais, a capital catarinense reúne construções históricas e variada gastronomia. Seus moradores, os “manezinhos da ilha”, são simpáticos com seu sotaque peculiar, herança dos colonizadores açorianos.

Não é à toa que Floripa atrai tantos turistas do Brasil e do lado de lá da fronteira. Os hermanos são presença constante no verão. Muitos até se mudaram de vez, já que Florianópolis é a capital com melhor qualidade de vida do país.

Com 60 quilômetros de extensão, as distâncias de uma praia a outra são bem longas e compensa alugar um carro. 48 horas em Florianópolis é muito pouco para descobrir as atrações da ilha. Mas, com certeza, é um convite para uma próxima viagem.

Dia 1

Praia é o que não falta em Florianópolis: 42 esparramam-se pela ilha – e sem contar aquelas menores, escondidinhas e sem nome. Com tantas opções, é difícil escolher uma só. Tire a manhã para conhecer a Praia Mole, a mais baladeira de todas. As ondas fortes atraem os surfistas enquanto o morro à direita é usado como rampa de decolagem para o voo livre. Nada melhor que tomar um café da manhã com vista para o mar. Siga então para a charmosa barraca de praia Big Blue Club que serve ótimos sucos e sanduiches naturais. E a praia ainda tem uma vantagem a mais: na fofa faixa de areia rola um forte clima de paquera.

 

Praia Mole, Florianópolis (SC)

As fortes ondas da Praia Mole atraem surfistas. E, de quebra, muita paquera. Crédito: Ricardo Freire

Colada à Praia Mole fica Joaquina, outro famoso point de surfistas e sede de campeonatos internacionais. Se o mar não for sua praia, arrisque-se no sandboard, o surfe na areia. O desafio é deslizar pelas dunas em pé, sobre a prancha, sentindo o ventinho bater no rosto. Mas se preferir algo menos radical, encare o esquibunda, em uma prancha um pouco mais larga. Várias barracas na praia alugam as pranchas.

Pertinho dali está a Lagoa da Conceição. As águas da maior lagoa da ilha ficam coloridas com as velas de windsurfe e kitesurfe. Dá para fazer uma aulinha rápida com instrutores e aprender algumas manobras. Faça uma caminhada na Avenida das Rendeiras, que contorna a lagoa, repleta de lojas que vendem a tradicional renda de bilro. Aproveite para fazer comprinhas de peças feitas artesanalmente à mão, como toalhas e vestidos.

A Lagoa também concentra bons restaurantes, como O Barba Negra. No almoço, não deixe de provar a famosa sequência de camarão, que se tornou praticamente uma atração turística. O visitante pode se esbaldar nesse “rodízio” que começa com casquinhas de siri e continua com camarão ao alho e óleo, ao bafo, à milanesa e filé de peixe ao molho de camarão.

 

Praia Jurerê, Florianópolis, Santa Catarina

Nos beach lounges de Jurerê Internacional rolam festas regadas a espumantes, ideais para curtir o pôr do sol. Crédito: Cris Berger

E que tal curtir uma balada em plena luz do dia? A Praia de Jurerê Internacional reúne beach lounges que lhe dão um ar sofisticado de Ibiza e Punta del Este. As festas regadas a espumantes e música eletrônica são perfeitas para curtir o fim de tarde à beira-mar. O Cafe de la Musique, filial da casa paulistana, oferece cardápio internacional e espreguiçadeiras confortáveis na areia. Já no El Divino, DJs internacionais se revezam nas picapes, enquanto o público dança ou paquera no deque de madeira.

Depois do esquenta na praia, nada melhor que curtir a noite de Floripa. Os mais baladeiros podem se esbaldar na pista ao som eletrônico ali mesmo em Jurerê. O complexo Music Park abriga três grandes casas: Pacha, Posh e Stage. Agora se a ideia é curtir um bar com a dobradinha petisco e cerveja, siga para o Centro onde estão o Botequim Floripa e a Cervejaria Original.

Dia 2

Deixe o segundo dia para descobrir o Centro Histórico. Boa parte das antigas construções em estilo neoclássico foram restauradas. Escolha como ponto de partida a Praça 15 de Novembro, onde a cidade foi fundada. Impossível deixar de notar a gigantesca e centenária figueira, com galhos que se estendem pela praça. Os moradores garantem que contornar a árvore várias vezes atrai fortuna e casamento.

Faça um pit stop no charmoso Café Cultura, instalado em um imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico. Tome uma xícara do saboroso café, que leva o nome da casa, acompanhado de um waffle de frutas vermelhas.

De volta à caminhada, entre na Catedral Metropolitana, erguida em 1773, no ponto mais alto da Vila de Nossa Senhora de Desterro, como Florianópolis foi batizada. O edifício passa por um intenso restauro, mas repare nos delicados vitrais e altares que já foram recuperados.

A poucos passos dali fica a Casa da Alfândega, de 1876. O prédio abriga barracas que vendem o típico artesanato local, com peças de cerâmica, barro e palha. Leve algumas lembrancinhas, como o colorido boi de mamão. O boizinho de cerâmica, herança dos colonizadores açorianos, faz parte do folclore local.

Vale a pena conhecer o Museu Victor Meirelles, instalado na simpática casa onde viveu o pintor catarinense. O acervo reúne pinturas, aquarelas e desenhos, como a famosa tela “Degolação de São João Batista”, de 1855.

 

Porção de ostras, mariscos e camarões, do Box 32, no Mercado Municipal de Florianópolis

No Box 32, no Mercado Público, experimente a farta porção de ostras, mariscos e camarões. E o recheado pastel de camarão. Crédito: Leo Feltran

Siga para o Mercado Público onde as barracas vendem de camarões graúdos a doces típicos. A dica para o almoço é o Box 32, famoso pelo pastel recheado com inacreditáveis 100 gramas de camarão. Prove também uma porção de ostras frescas, já que a cidade é a maior produtora do país. Tampouco seria um pecado ir embora sem degustar um bolinho de bacalhau e a tradicional cachamel, cachaça envelhecida com mel.

De lá, dê uma esticadinha até a Praia do Campeche, um das mais próximas do centro, apesar dos 20 quilômetros de distância. É tão badalada quanto Jurerê Internacional e Mole, mas sua natureza mais rústica, com ventos fortes e mar agitado, atrai fãs de surf e kitesurfe. Sua extensa faixa de areia servia de campo de pouso para o correio aéreo francês na década de 20. Um dos seus funcionários, o escritor Antoine de Saint-Exupéry, costumava descansar na região. E uma curiosidade: os antigos moradores dizem que o nome Campeche vem do apelido que ele deu ao lugar: Campo de Pesca – ou em francês, Champ du Pêche. O certo é que sua obra mais famosa, O Pequeno Príncipe, batiza a principal avenida do balneário.

 

Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, Santa Catarina

Com o pôr do sol do fim da tarde, a Ponte Hercílio Luz rende ótimos cliques. Crédito: Thinkstock

Para se despedir de Floripa, vá até a Ponte Hercílio Luz. Construída para ligar a parte continental à ilha, a enorme estrutura de 75 metros de altura se tornou o cartão-postal da cidade. A ponte está fechada para (uma eterna) restauração, mas continua procuradíssima para fotos, principalmente ao pôr do sol. À noite, a iluminação realça ainda mais sua beleza e, de quebra, rende ótimos cliques.

 

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui.abril

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/48-horas-em-florianopolis

 

Arraial do Cabo, no Estado do Rio de Janeiro, conta com praias exuberantes e deslumbrantes, além de uma belo mar de águas cristalinas e transparentes, com uma rica e abundante vida marinha.

 

Vale citar que por causa de um fenômeno de rara ocorrência, Arraial do Cabo, que está situado 170 Km ao norte da capital do Rio de Janeiro é definido como um dos melhores pontos de mergulho do litoral de todo o país. O fenômeno é chamado de ressurgência e traz para a superfície as águas muito frias e profundas, que são ricas em nutrientes e provoca uma enorme e rica abundância de vida marinha.

As praias paradisíacas de Arraial do Cabo contam com águas limpinhas, verdes e super cristalinas, com áreas de Mata Atlântica e de restinga praticamente intocadas, além de várias outras paisagens super variadas. Você vai ficar encantando ao conhecer todas as atrações incríveis e naturais de Arraial do Cabo.