Menu

Ganhe uma calça em couro jeans Consciência!
É necessário comentar no facebook  para ganhar!

O jeans resinado é contemporâneo, estiloso, inovador, valoriza seu look e  já faz parte dos closets femininos. Além de lindo, o jeans resinado é muito confortável e leve, o que favorece ainda mais na hora da escolha, pois a peça tem a aparência do couro, com o conforto de uma legging, e  fica bem em uma grande variedade de peças:  calças, shorts, jaquetas e saias.  A Coleção Consciência Jeans é bem variada e tem opções  para todos os gostos com diferentes acabamentos que vão da aparência de couro aos metalizados e com glitter. Neste inverno o vermelho, o preto e o marrom serão ótimas apostas.

Couro Jeans Consciência
Couro Jeans Consciência

 

Couro Jeans Consciência, ótimo para o inverno.
Couro Jeans Consciência, ótimo para o inverno.

O jeans resinado é contemporâneo, estiloso, inovador, valoriza seu look e  já faz parte dos closets femininos. Além de lindo, o jeans resinado é muito confortável e leve, o que favorece ainda mais na hora da escolha, pois a peça tem a aparência do couro, com o conforto de uma legging, e  fica bem em uma grande variedade de peças:  calças, shorts, jaquetas e saias.  A Coleção Consciência Jeans é bem variada e tem opções  para todos os gostos com diferentes acabamentos que vão da aparência de couro aos metalizados e com glitter. Neste inverno o vermelho, o preto e o marrom serão ótimas apostas.

Se a escolha for a calça jeans aposte nos modelos skinny, e na hora da composição opte por uma blusa um pouco mais soltinha e use um belo salto, você estará pronta para qualquer evento.

Lavar não é complicado, seguem as instruções:

Lavagem à máquina no ciclo mais curto, com a peça pelo avesso e ziper e botões fechados.

Lavagem a mão: Temperatura máxima de 40º C. Não deixar de molho. Lavar as peças do lado avesso, com zíper e botões fechados. Não esfregar exageradamente num só lugar, evitando a formação de manchas. Utilizar pouca quantidade de sabão em pó na lavagem. Enxaguar a peça até que elimine todo o resíduo do sabão. Caso necessário aplicar amaciante doméstico e não torcer. Não alvejar. A secagem em tambor é possível. Secagem a baixa temperatura (máx. 50% C) OBS: As peças devem ser secas do lado avesso. A peça pode ser seca em varal à sombra. A temperatura máxima de base do ferro a 110º C. OBS: Passar a peça do lado avesso. Não limpar a seco.

Bambu renovável e resistente.
Bambu renovável e resistente.

Bambu atualmente é um dos materiais mais interessantes que possuímos…

 

O Bambu cresce com facilidade e rapidez  e se reproduz facilmente. Na antiguidade o bambu foi a principal matéria prima na fabricação de móveis no estilo das pessoas das aldeias, mesmo agora é mais acessível. Porque o preço de bambu é mais barato que o da madeira, além disso a madeira é um recurso natural que necessita muito tempo para ser  renovado. Elena Goray e Tönges Christoph são designers holandeses  que trabalharam com o distribuidor de bambu na Alemanha Conbam e criaram um banco feito de bambu, o nome é Pile Isle Bamboo Bench Furniture.

Bambu um material acessível no Brasil e existem várias pessoas trabalhando com este produto para construção e também mobiliário , para aprender consulte www.ebiobambu.com.br ou www.bambubrasileiro.com/ebiobambu.

Fontes http://designerhenriq.wordpress.com/2012/05/08/bambu/

www.greenschool.org

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/108/artigo31710-1.asp

 Lecy C. Picorelli-Bioarquitetura e Bioconstrucao.
Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods
Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods

Durante seu mandato, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, proibiu fumar em espaços públicos, vender refrigerantes em copos gigantes e controlou a venda de alimentos com gordura trans. Agora, o prefeito direciona seus ataques ao uso do isopor como embalagem de alimentos. Em discurso nesta quinta-feira (14), Bloomberg disse que quer proibir o uso de copos, bandejas e caixas de isopor em toda a cidade de Nova York.

A proposta ainda precisa ser escrita e aprovada pelo conselho da cidade. Segundo o prefeito, o texto vai instruir escolas públicas a remover embalagens de isopor de suas lanchonetes. Bares e restaurantes serão forçados a mudar seus estoques por produtos biodegradáveis. “O isopor não é biodegradável e é virtualmente impossível de reciclar. Nós podemos viver sem ele”, disse Bloomberg.

A indústria de produtos químicos dos Estados Unidos critica o plano do prefeito. Segundo eles, a tecnologia para reciclar isopor existe e é viável, e reciclar é uma proposta melhor, do ponto de vista ambiental e econômico, do que banir. Mas segundo a prefeitura de Nova York, o isopor encarece o processo de reciclagem em cerca de US$ 20 por tonelada.

A proibição de embalagens de isopor é o carro-chefe do plano ambiental para o último ano de mandato do prefeito Michael Bloomberg. O plano também conta com propostas para melhorar a reciclagem na cidade e com um programa piloto de compostagem em Staten Island. Se o plano for aprovado, Nova York se juntará a outras cidades americanas que já proibiram embalagens de isopor, como Los Angeles, Portland, San Francisco e Seattle.

Foto: copo de café de isopor jogado no lixo em Nova York. Mark Lennihan/AP

Saiba mais:
Cidade americana proíbe venda de água em garrafas de plástico
No Reino Unido, programa voluntário não ajuda a diminuir uso de sacolinhas

(Bruno Calixto) em http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2013/02/15/prefeito-de-nova-york-quer-proibir-copos-e-bandejas-de-isopor/

Hakone Pavilion no Japão

Este é um pavilhão permanente para um artista , Toshiko Horiuchi Macadam. O artista teceu a malha da rede inteiramente à mão, ela foi projetada para que as crianças  engatinhem, brinquem e rolem ao redor,  saltem sobre a rede. As crianças brincam dentro da rede  e os pais sentam e deitam sobre as madeiras.

204421270555591566zc1FH6Hbc Hakone Pavilion JapãoPavilion Japão

Fontes:  Woods of Net / Tezuka Architects / foto TIS & Partners, por ErazoWoods Abel da Net / Tezuka Architects / TIS & Partners, fotos por Abel Erazo

1256831607-p1050776-337x450

Cite: Basulto, David. “Woods of Net / Tezuka Architects” 21 de dezembro de 2009. ArchDaily. Acessado em 17 de fevereiro de 2013. “><http://www.archdaily.com/39223>

Artista japonâs tece brinquedo gigante para crianças
Artista japonâs tece brinquedo gigante para crianças

 

David Latimer e seu jardim de garrafaDavid Latimer e seu jardim de garrafa. Clique na foto e veja a matéria original.

Ao olhar para essa massa de florescimento da vida vegetal que você pensa que  David Latimer é um gênio de dedos verdes. Verdade seja dita, no entanto, seu jardim garrafa – agora com quase 53 anos- não tem tomado muito do seu tempo. De fato, na última ocasião ele o regou Ted Heath era Primeiro-Ministro e Richard Nixon estava na Casa Branca. Durante os últimos 40 anos seu jardim está completamente isolado do mundo exterior. Mas a planta spiderworts ou Tradescantia, para dar as espécies vegetais a sua denominação científica em latim,  prosperou, enchendo sua garrafa/casa globular com uma folhagem saudável. Sr. Latimer, aos 80 anos, disse que a garrafa “fica próxima a uma janela para receber um pouco de luz solar. A vegetação  cresce em direção à luz, a garrafa é virada de vez em quando para que a vegetação cresça de maneira uniforme, é a definição de baixa manutenção. Eu nunca podo as plantas, elas parecem ter crescido para os limites da garrafa. ” O jardim garrafa criou seu próprio ecossistema em miniatura. Apesar de não  ter sido isolado do mundo exterior, porque ainda está absorvendo a luz que possibilita a  fotossíntese, o processo pelo qual as plantas convertem a luz solar em energia de que precisam para crescer. Assim como qualquer outra planta, o jardim do Sr. Latimers sobreviveu e prosperou com o ciclo da fotossíntese.

Como o jardim GARRAFA CRESCE : Jardins garrafa funcionam porque seu espaço fechado criam um ecossistema totalmente auto-suficiente em que as plantas podem sobreviver por meio de fotossíntese e da  reciclagem de nutrientes. A única entrada externa necessária para manter as plantas é a luz, já que isto dá-lhe a energia que necessita para criar a sua própria comida e continuar a crescer. A luz sobre as folhas da planta é absorvida pelas proteínas que contêm clorofila (um pigmento verde). Parte dessa energia de luz é armazenada sob a forma de trifosfato de adenosina (ATP), a molécula que armazena energia. O restante é usado para remover electrons a partir da água que é absorvida a partir do solo pelas raízes das plantas. Estes elétrons, então, tornam-se “livres” – e são usados ​​em reações químicas que convertem o dióxido de carbono em hidratos de carbono, liberando oxigênio. Este processo de fotossíntese é o oposto da respiração celular que ocorre em outros organismos, incluindo humanos, em que os hidratos de carbono que contêm a energia reagem com o oxigénio para produzir dióxido de carbono, água e energia química libertação. Mas o eco-sistema também usa a respiração celular para quebrar o material em decomposição derramado pela planta. Nesta parte do processo, as bactérias no interior do solo de jardim  garrafa absorve oxigênio da planta,  resíduos de dióxido de carbono são liberandos e a planta em crescimento pode reutilizar. E, claro, à noite, quando não há luz solar para conduzir a fotossíntese, a planta também irá utilizar a respiração celular para manter-se viva por quebrar os nutrientes armazenados.

Devido ao jardim garrafa ser um ambiente fechado, que significa o ciclo de água é também um processo de auto-contido. A água na garrafa  absorvida pelas raízes das plantas, é libertada para a atmosfera durante a transpiração, condensa-se na mistura de envasamento, onde o ciclo começa de novo. Fotossíntese cria oxigênio e também coloca mais umidade no ar. A umidade se acumula no interior da garrafa e cria “chuvas” de volta para a planta. As folhas caem, na parte inferior da garrafa, criando o dióxido de carbono  também necessário para a fotossíntese e os nutrientes que absorve através das suas raízes.

Era domingo de Páscoa de 1960, quando o Sr. Latimer pensou que seria divertido começar ‘por curiosidade’ um jardim garrafa.  “Na época, a indústria química tinha mudado a maneira de  transportar coisas para  garrafas de plástico por isso havia uma grande quantidade destes garrafões de vidro no mercado. “Os jardins de garrafa eram um pouco de loucura e eu queria ver o que acontecia.”

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2267504/The-sealed-bottle-garden-thriving-40-years-fresh-air-water.html

Consciência Jeans lança tendências de inverno na feira São Paulo Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . A calça jeans da foto recebeu estampa a laser que na balada brilha com a luz negra. Este processo de estamparia economiza água  na fabricação do jeans e é um investimento da marca focado no respeito ao meio ambiente.

Jeans com estampa a laser
Jeans com estampa a laser

Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL e a WE Manuseios.

 Você encontra todas as peças de jeans na loja Consciência Jeans. Visite a Loja de Jeans na Rua Xavantes, 173 ou a Loja na Rua Joli, 582 no bairro do Brás em São Paulo ou encontre um revendedor na sua cidade, veja aqui os locais.

Garrafas de água recicladas decoram estande da Consciência Jeans na Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL com montagem da WE Manuseios.

Edilene da WE manuseios e o biombo de garrafas Consciência Jeans

Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter
Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter

 

Brasileiros já podem produzir energia solar em casa e ter desconto na conta de luz

 casa-solar-t.jpg
Ainda sem os investimentos governamentais necessários, preço da instalação do sistema completo ainda é salgado, na casa dos R$ 25 mil
Fotos: plien

Instalar um painel fotovoltaico no telhado de casa, solicitar um medidor digital da concessionária local e produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Essa realidade, já bastante comum em alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália tem tudo para começar a se desenvolver no Brasil a partir de 2013.

É que desde a segunda-feira, 17 de dezembro, o consumidor brasileiro conta com o respaldo legal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para reivindicar a própria produção de energia solar integrada à rede elétrica comum. A resolução é a aposta do mercado para impulsionar o setor, que ainda esbarra no alto custo dos equipamentos.

A expectativa é de que em 2013 a ampliação nas vendas de painéis fotovoltaicos reduza os gastos com a instalação – atualmente, o sistema completo custa, em média, R$ 25 mil. “Nos últimos três anos, o preço caiu pela metade. Com a comercialização em escala, a tendência é que diminua ainda mais nos próximos anos”, afirmou ao Estadão Luis Felipe Lima, proprietário da Minha Casa Solar.

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes

A empresa de Lima, como a maioria em atividade, é especializada em fornecer painéis para casas situadas em áreas rurais, que usam baterias para armazenar a energia produzida.

Com a nova regulamentação, abre-se a possibilidade de que a geração de energia seja absorvida nas cidades pela rede elétrica, em um sistema de compensação. “Durante o dia, com um consumo normalmente reduzido de eletricidade, a residência será fornecedora da rede”, explicou Lima.

Excedente gera créditos

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes. As regras, porém, ficam a critério da concessionária.

A AES Eletropaulo, principal distribuidora da capital paulista, determina que esses créditos sejam usados em até 36 meses. Dessa forma, períodos de muito sol fornecem créditos para serem usados em época de pouca geração. A empresa afirma que começou a atender os pedidos de acesso dos clientes desde sábado (15).

home-solar-t.jpg
Painéis fotovoltaicos ainda são produzidos apenas no exterior – eles convertem a energia do sol em eletricidade, que pode ser integrada à rede comum

Com as diretrizes definidas, o setor espera agora facilidades para atrair interessados. “A regulamentação foi um passo fundamental, mas temos de pensar em incentivos a financiamento dos equipamentos e políticas de atração de fabricantes para o país”, observou Ricardo Baitelo, coordenador da campanha Clima e Energia do Greenpeace.

Investimento em longo prazo

Todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o engenheiro eletricista Marcelo Villalva estima que, para a geração em residências, o medidor digital vendido pelas concessionárias custe entre R$ 200 e R$ 300.

“Uma casa normal, de duas pessoas, consome em torno de 250 quilowatts-hora por mês e precisaria de meia dúzia de painéis, com um custo de cerca de R$ 16 mil”, calculou Villalva. “Em São Paulo, levaria cerca de oito anos para amortizar o investimento. No interior e outros Estados do Brasil, com maiores níveis de insolação, pode chegar até a três anos.”

Fonte http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/dezembro/brasileiros-ja-podem-produzir-energia-solar-em?tag=energia#ixzz2Fb4LNx00