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A Consciência Jeans te dá dicas de receitas, quer agradar alguém? Nada melhor do que fazer um prato delicioso e saboroso.
SALMÃO GRELHADO
SALMÃO GRELHADO

ingredientes

4  filés de salmão
1/4 de xícara de azeite extra-virgem
1/2 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de pimenta do reino moída
1 colher de sopa de folhas de alecrim fresco picado
8 fatias de limão siciliano (cerca de 2 limões)
1/4 xícara de suco de limão (cerca de 1 limão)
1/2 xícara de vinho Marsala (ou vinho branco)
4 colheres de chá de alcaparras
4 pedaços de papel alumínio
Instruções

Esfregue os filés de salmão com azeite de oliva e tempere com sal, pimenta e alecrim. Coloque cada pedaço de salmão temperado em um pedaço de papel alumínio grande o suficiente para dobrar e embrulhar. Coloque  sobre cada pedaço de salmão 2 fatias de limão, 1 colher de sopa de suco de limão, 2 colheres de sopa de vinho, e uma colher de chá de alcaparras. Embrulhe o salmão em pacotes de alumínio.

Pré-aquecer uma churrasqueira a gás ou carvão. Coloque os pacotes de alumínio na grelha quente e cozinhe por 10 minutos para que um pedaço de espessura de 1 polegada de salmão. Você pode também fazer esta receita no forno, neste caso arrume os filés em uma travessa refratária e cubra com papel alumínio.

Por porção: Calorias: 377, Total: 25 gramas de gordura, gordura saturada: 4 gramas, Proteína: 34 gramas, carboidratos totais: 2 gramas, Açúcar: 1 gramas de fibra: 0 gramas, o colesterol: 94 miligramas, 451 miligramas de sódio.

 

http://www.cookingchanneltv.com/recipes/salmon-with-lemon-capers-and-rosemary.html

 

Exposição ' Espelho Seu '
Exposição ‘ Espelho Seu ‘

A instalação bonita e interessante de Ricardo Beker convida o visitante a interagir com a obra  e a pensar sobre a construção instantânea das imagens. Brinca com conceitos muito presentes em nosso cotidiano, como reflexão, transparência e os labirintos, trazendo-os para o mundo palpável. É uma experiência muito legal para todas as idades pois é aberta a muitas maneiras de fruição.

 

http://www.cultura.rj.gov.br/programacao/img/ricardo_becker_01_1376614116.jpg

O labirinto refletido de Ricardo Becker  (Crédito: Divulgação)

“Na exposição de Ricardo Becker, uma caixa com materiais reflexivos forma um fluxo de imagens, onde a escultura se apresenta como evento. No salão principal das Cavalariças, uma grande estrutura de madeira com placas de vidro convidam o espectador a entrar. No interior, um chão de espelho forma um fluxo de imagens. O visitante participa da obra como reflexo, em constante alteração, por meio das variações de posição e movimento, não escapando da própria imagem. Essa interação faz com que o espectador hesite entre a observação das imagens refletidas e a percepção de si mesmo. Um efeito de nebulosidade nas imagens no chão e na obra é proporcionado pelo talco, jogado nas paredes. Prolongamentos de madeira formam um visual labiríntico e induzem o espectador a percorrer esse caminho caótico, que se confunde e se integra com a arquitetura do prédio.”

 

Espelho Seu – de 16/08 a 20/10. Diariamente, de 10h às 17h.

Local:

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Rua Jardim Botânico, 414, Jardim Botânico, Rio de janeiro

Fonte

http://www.cultura.rj.gov.br/evento/espelho-seu-e-o-som-do-mundo-arte-sonora

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Um vazamento gigante parece estar consumindo o interior da igreja Abbey de Bellelay na Suiça. O líquido que flui é na verdade uma instalação do artista Romain Crelier. O trabalho do artista suíço, muitas vezes interage com a arquitetura,  ele procura para mudar a percepção média do espaço para além das expectativas normais. Este ano, ele foi contratado pela Fundação abadia de Bellelay abadia produzir uma peça contemporânea que cria um “diálogo com a arquitetura barroca.”
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A obra, chamada “La Mise en Abîme”,  consiste em dois recipientes arredondados largos cheios de óleo de motor usado. Crelier opta por utilizar o líquido reciclado porque considera o trabalho em larga escala , criações irônicas de “pinturas monocromáticas utilizando uma substância desprezada.” Estendendo-se pelos corredores da igreja, o líquido preto, normalmente considerado espesso e oleoso, é apresentado de uma forma glamourosa. Dentro das estruturas  semelhantes a poças, os vislumbres do líquido brilhante com a luz, refletem o espaço. Reflexos que proporcionam aos visitantes uma visão de si mesmos, naturalmente, cercados pela arquitetura da igreja e instantaneamente se tornam parte da instalação interativa.
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A peça está atualmente em exposição gratuita no interior da Abadia-igreja de Bellelay, na Suíça, e pode ser vista até 16 de setembro de 2013.

 

O termo “La Mise en Abîme” alude a um processo de representação de um trabalho em uma obra do mesmo tipo, como um jogo de espelhos.

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Em forma de poças gigantes, as esculturas com a suas superfícies brilhantes de laca (graças às propriedades expressivas de petróleo) refletem o ambiente, permitindo que os visitantes interajam com a arquitetura da igreja pela a reflexão, para que, por sua vez,  tornem-se parte da própria escultura.
A instalação não só dispensa múltiplas emoções visuais e mistérios, mas também oferece um momento onde a escultura cria uma outra leitura do espaço.
Trabalhando em uma escala simultaneamente monumental e intimista, estas esculturas propiciam a exploração do espaço, o artista Romain Crelier propõe o engajamento conceitual com edifícios, bem como a sua experimentação com luz e sombra, forma e vazio, dentro e fora, superfície e profundidade, abstração e figuração, reflexão e absorção.

Post baseado em textos e fotos
postados por Katie Hosmer em 18 de Julho de 2013 às 10:00

e HilaHamidi 4 de agosto de 2013

http://www.abbatialebellelay.ch

Quindins são doces muito brasileiros e fáceis de fazer, o difícil é comer pouco! É bom fazer quando há muitas pessoas para comer. Sobremesa… comida de festa!

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É uma receita fácil, mas manhosa, exige bons ingredientes que se encontram nas feiras livres. Os ovos devem ter as gemas bem amarelinhas, pois senão a cor do quindim não fica tão bonita e o coco é aquele fresco ralado na hora.

Ingredientes

5 ovos inteiros e 15 gemas,

3 xícaras de açúcar,

1 xícara de coco fresco ralado,

50 gramas de manteiga,

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Modo de fazer

Misture o açúcar e a manteiga, o coco e as claras depois peneire as gemas e deixe descansar. Misture sem bater muito pois bater clareia as gemas. Unte uma forma com manteiga e polvilhe de açúcar, coloque a massa do quindim e asse em banho-maria por aproximadamente 50 minutos. Fica pronto quando estiver bem dourado e  o garfo sair limpo. Para fazer vários quindinzinhos use forminhas de empadinhas.

 

 

A flutuação no Rio Prata, aquário natural gigante e de água claríssima, é uma das atrações principais de Bonito

Clique na foto e veja a matéria original.

Foto: Leo Feltran

 

Na Serra da Bodoquena, fronteira com o Pantanal, cachoeiras e lagos criam uma ambientação com apelo ecológico irresistível. Uma estrutura geológica composta basicamente de rocha calcária, cavernas e grutas esculpidas ao longo do tempo guardam em suas entranhas águas cristalinas que convidam a deixar o corpo flutuar, observando o colorido dos peixes e da vegetação nativa. Tamanho atrativo leva em média 210 mil turistas por ano a Bonito e, o melhor, sem que isso represente um perigo para o delicado ecossistema. Um controle rígido garante um limite de visitantes por vez nas atrações e, por tabela, a preservação do lugar. Esse epicentro do ecoturismo nacional exibe ainda o Abismo Anhumas, a maior caverna submersa do mundo. No trajeto, a luz do sol vai pontuando as estalactites dos paredões e atinge as águas cristalinas do lago azul-turquesa lá no fundão. Outros pontos altos de Bonito são a Cachoeira Boca da Onça e a Gruta do Lago Azul: enquanto se desce por ela, a luz vai diminuindo e você segue prestando atenção nos cheiros, nas vozes que ecoam, nas diferentes imagens das formações calcárias… Parece irreal. Mas não pense que crianças e idosos precisam ficar de fora do caprichoso espetáculo de Bonito. Há trilhas de caminhada curta e bela e a tão esperada flutuação no Rio da Prata (que começa na vizinha Jardim) e no Rio Sucuri, nas quais a correnteza leva seu corpo deixando a você o único trabalho de respirar calmamente pelo snorkel e deslizar ao lado de uma quantidade impressionante de peixes que colorem as águas transparentes. Pode ter certeza de que essa  atmosfera vai ficar em sua mente para sempre.

COMO CHEGAR

Os voos de São Paulo e do rio de Janeiro aterrissam no aeroporto de Bonito às quintas e domingos (o trajeto, com escala em campo Grande, é feito por uma única companhia, a trip). de lá, o táxi até o Centro custa R$ 35, em média. também é possível chegar por campo Grande numa viagem de cinco horas em ônibus (R$ 57, Viação Cruzeiro do Sul, 3321-8797). De carro, são quase 300 km de estrada em bom estado e bem-sinalizada, que começa na BR-060, saindo do aeroporto de campo Grande.

COMO CIRCULAR

A maioria das atrações está distante do centro e, por isso, a melhor maneira de se locomover é a bordo de um carro (as locadoras mais próximas ficam em campo Grande). Quem prefere se manter longe do volante pode aderir ao chamado “transporte compartilhado”. o sistema funciona assim: as agênciasde turismo fecham programações diárias para as atrações e levam os visitantes em vans (a diária média sai a R$ 30 por pessoa). Do Centro, é possível ir a pé a restaurantes, bares e ao aquário de Bonito.

Fontes:

http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-ms-bonito

Ecoturismo em Bonito

48 horas em Florianópolis

Um fim de semana recheado com praias, esportes radicais, gastronomia e história

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui

Edu Lyra

Praia da Joaquina, em Florianópolis

Clique nas fotos e veja a matéria original.

Dunas da praia de Joaquina, em Florianópolis, Santa Catarina

É impossível resistir aos encantos de Florianópolis – ou, simplesmente, Floripa. Só as praias, lagoas, dunas e montanhas já valem a viagem. Mas além das belezas naturais, a capital catarinense reúne construções históricas e variada gastronomia. Seus moradores, os “manezinhos da ilha”, são simpáticos com seu sotaque peculiar, herança dos colonizadores açorianos.

Não é à toa que Floripa atrai tantos turistas do Brasil e do lado de lá da fronteira. Os hermanos são presença constante no verão. Muitos até se mudaram de vez, já que Florianópolis é a capital com melhor qualidade de vida do país.

Com 60 quilômetros de extensão, as distâncias de uma praia a outra são bem longas e compensa alugar um carro. 48 horas em Florianópolis é muito pouco para descobrir as atrações da ilha. Mas, com certeza, é um convite para uma próxima viagem.

Dia 1

Praia é o que não falta em Florianópolis: 42 esparramam-se pela ilha – e sem contar aquelas menores, escondidinhas e sem nome. Com tantas opções, é difícil escolher uma só. Tire a manhã para conhecer a Praia Mole, a mais baladeira de todas. As ondas fortes atraem os surfistas enquanto o morro à direita é usado como rampa de decolagem para o voo livre. Nada melhor que tomar um café da manhã com vista para o mar. Siga então para a charmosa barraca de praia Big Blue Club que serve ótimos sucos e sanduiches naturais. E a praia ainda tem uma vantagem a mais: na fofa faixa de areia rola um forte clima de paquera.

 

Praia Mole, Florianópolis (SC)

As fortes ondas da Praia Mole atraem surfistas. E, de quebra, muita paquera. Crédito: Ricardo Freire

Colada à Praia Mole fica Joaquina, outro famoso point de surfistas e sede de campeonatos internacionais. Se o mar não for sua praia, arrisque-se no sandboard, o surfe na areia. O desafio é deslizar pelas dunas em pé, sobre a prancha, sentindo o ventinho bater no rosto. Mas se preferir algo menos radical, encare o esquibunda, em uma prancha um pouco mais larga. Várias barracas na praia alugam as pranchas.

Pertinho dali está a Lagoa da Conceição. As águas da maior lagoa da ilha ficam coloridas com as velas de windsurfe e kitesurfe. Dá para fazer uma aulinha rápida com instrutores e aprender algumas manobras. Faça uma caminhada na Avenida das Rendeiras, que contorna a lagoa, repleta de lojas que vendem a tradicional renda de bilro. Aproveite para fazer comprinhas de peças feitas artesanalmente à mão, como toalhas e vestidos.

A Lagoa também concentra bons restaurantes, como O Barba Negra. No almoço, não deixe de provar a famosa sequência de camarão, que se tornou praticamente uma atração turística. O visitante pode se esbaldar nesse “rodízio” que começa com casquinhas de siri e continua com camarão ao alho e óleo, ao bafo, à milanesa e filé de peixe ao molho de camarão.

 

Praia Jurerê, Florianópolis, Santa Catarina

Nos beach lounges de Jurerê Internacional rolam festas regadas a espumantes, ideais para curtir o pôr do sol. Crédito: Cris Berger

E que tal curtir uma balada em plena luz do dia? A Praia de Jurerê Internacional reúne beach lounges que lhe dão um ar sofisticado de Ibiza e Punta del Este. As festas regadas a espumantes e música eletrônica são perfeitas para curtir o fim de tarde à beira-mar. O Cafe de la Musique, filial da casa paulistana, oferece cardápio internacional e espreguiçadeiras confortáveis na areia. Já no El Divino, DJs internacionais se revezam nas picapes, enquanto o público dança ou paquera no deque de madeira.

Depois do esquenta na praia, nada melhor que curtir a noite de Floripa. Os mais baladeiros podem se esbaldar na pista ao som eletrônico ali mesmo em Jurerê. O complexo Music Park abriga três grandes casas: Pacha, Posh e Stage. Agora se a ideia é curtir um bar com a dobradinha petisco e cerveja, siga para o Centro onde estão o Botequim Floripa e a Cervejaria Original.

Dia 2

Deixe o segundo dia para descobrir o Centro Histórico. Boa parte das antigas construções em estilo neoclássico foram restauradas. Escolha como ponto de partida a Praça 15 de Novembro, onde a cidade foi fundada. Impossível deixar de notar a gigantesca e centenária figueira, com galhos que se estendem pela praça. Os moradores garantem que contornar a árvore várias vezes atrai fortuna e casamento.

Faça um pit stop no charmoso Café Cultura, instalado em um imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico. Tome uma xícara do saboroso café, que leva o nome da casa, acompanhado de um waffle de frutas vermelhas.

De volta à caminhada, entre na Catedral Metropolitana, erguida em 1773, no ponto mais alto da Vila de Nossa Senhora de Desterro, como Florianópolis foi batizada. O edifício passa por um intenso restauro, mas repare nos delicados vitrais e altares que já foram recuperados.

A poucos passos dali fica a Casa da Alfândega, de 1876. O prédio abriga barracas que vendem o típico artesanato local, com peças de cerâmica, barro e palha. Leve algumas lembrancinhas, como o colorido boi de mamão. O boizinho de cerâmica, herança dos colonizadores açorianos, faz parte do folclore local.

Vale a pena conhecer o Museu Victor Meirelles, instalado na simpática casa onde viveu o pintor catarinense. O acervo reúne pinturas, aquarelas e desenhos, como a famosa tela “Degolação de São João Batista”, de 1855.

 

Porção de ostras, mariscos e camarões, do Box 32, no Mercado Municipal de Florianópolis

No Box 32, no Mercado Público, experimente a farta porção de ostras, mariscos e camarões. E o recheado pastel de camarão. Crédito: Leo Feltran

Siga para o Mercado Público onde as barracas vendem de camarões graúdos a doces típicos. A dica para o almoço é o Box 32, famoso pelo pastel recheado com inacreditáveis 100 gramas de camarão. Prove também uma porção de ostras frescas, já que a cidade é a maior produtora do país. Tampouco seria um pecado ir embora sem degustar um bolinho de bacalhau e a tradicional cachamel, cachaça envelhecida com mel.

De lá, dê uma esticadinha até a Praia do Campeche, um das mais próximas do centro, apesar dos 20 quilômetros de distância. É tão badalada quanto Jurerê Internacional e Mole, mas sua natureza mais rústica, com ventos fortes e mar agitado, atrai fãs de surf e kitesurfe. Sua extensa faixa de areia servia de campo de pouso para o correio aéreo francês na década de 20. Um dos seus funcionários, o escritor Antoine de Saint-Exupéry, costumava descansar na região. E uma curiosidade: os antigos moradores dizem que o nome Campeche vem do apelido que ele deu ao lugar: Campo de Pesca – ou em francês, Champ du Pêche. O certo é que sua obra mais famosa, O Pequeno Príncipe, batiza a principal avenida do balneário.

 

Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, Santa Catarina

Com o pôr do sol do fim da tarde, a Ponte Hercílio Luz rende ótimos cliques. Crédito: Thinkstock

Para se despedir de Floripa, vá até a Ponte Hercílio Luz. Construída para ligar a parte continental à ilha, a enorme estrutura de 75 metros de altura se tornou o cartão-postal da cidade. A ponte está fechada para (uma eterna) restauração, mas continua procuradíssima para fotos, principalmente ao pôr do sol. À noite, a iluminação realça ainda mais sua beleza e, de quebra, rende ótimos cliques.

 

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui.abril

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/48-horas-em-florianopolis

Que maravilha!

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Concessionárias de veículos de Sorocaba, a 92 km de São Paulo, terão de plantar uma árvore para cada carro zero vendido na cidade. A lei municipal que prevê a medida benéfica ao meio ambiente foi aprovada em 2008, mas somente agora passará a ser cumprida.

O projeto “Um veículo, uma árvore” foi lançado nesta segunda-feira, depois de um acordo entre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e as trinta concessionárias de veículos que operam no município. O plantio simbólico de 50 mudas no Parque dos Ipês, no Jardim Santa Marina, zona norte da cidade, marcou a entrada da lei em vigor.

Com base no crescimento da frota de veículos, a Secretaria estima que as concessionárias terão de plantar 24 mil árvores por ano. De acordo com a secretária Jussara de Lima Carvalho, com o plantio das mudas, as empresas dão um passo para atingir metas de sequestro do dióxido do carbono, gás responsável pelo chamado efeito estufa, emitido pelos veículos automotores. Elas poderão usar a adesão ao projeto ambiental como argumento na venda dos veículos.

As concessionárias ficarão responsáveis pela compra, plantio e manutenção das mudas. Caberá à Secretaria indicar as espécies, o tamanho das mudas e o local do plantio. Nos últimos quatro anos, o plano de arborização de Sorocaba plantou mais de 500 mil mudas na cidade.

Fonte Agência Estado
http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2013/06/03/interna_nacional,398513/sorocaba-plantara-uma-arvore-para-cada-carro-vendido.shtml

Nascida como cidade dos príncipes…

Rua-das-Palmeiras joinvilleFoto http://www.nossajoinville.com.br/160anos/

Joinville ainda é das bicicletas


Crianças  indo e voltando de bicicleta  – com  rodinhas na  roda  traseira  e  capacete  na  cabeça  –  pelos bairros, praças e parques da cidade. Operários  e  executivos  dividindo o mesmo espaço nas poucas  ciclovias  joinvillenses  para  chegar  ao trabalho.  Tudo  isso  sem  o  barulho do  motor  de  carros,  motocicletas aceleradas,  caminhões,  ônibus  e nem  poluição.  A  cena  descrita  lhe parece   utópica? Pode ser, se consi-derados os dias atuais, mas não se, de  fato, vivêssemos na “Cidade das Bicicletas”.

Em 1950,  Joinville  foi agraciada com esse  título. Na época, a cidade com pouco mais de 18 mil habitan-tes  tinha  oito  mil  bicicletas.  Hoje, estima-se  uma  população  de mais de 500 mil habitantes e cerca de 250 mil  bicicletas. Motivo mais  do  que justo para que o título seja mantido. Na cidade, a média é de 7,8% de viagens diárias dos joinvilenses fei-tas de bicicleta, enquanto a média nacional levantada pelo Ministério das Cidades é de 1,75%. “O interes-sante é que 90% destas viagens de bicicleta na  cidade  são  feitas para ir  e  vir  do  trabalho”,  destaca  Vla-dimir  Constante  Tavares,  diretor-executivo  da  Fundação  Instituto de Pesquisas e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville (Ippuj).

Outra média  interessante  é  a de  uma  bicicleta  para  cada  dois habitantes.  Dado  signifcativo, principalmente  se  levado  em consideração  que,  nos  dias  de hoje, diferente da década de 1950, apresenta-se  um  número  exage-rado de carros e motos.

Mesmo  assim,  a  boa  e  velha “magrela”  ainda  está  na moda.    O aumento – lento, porém continuado – da  instalação de ciclovias nos úl-timos anos, tem contribuído para o aumento  signifcativo  dos  usuários de bicicleta.

Atualmente  Joinville conta com 67 quilômetros de ciclovias. Outros 83  quilômetros  estão  inclusos  em projetos  já elaborados pelo  Ippuj e serão  contemplados  nos  projetos Pró-Transporte e BNDES III. Por ser um método de transporte com baixo ou nenhum impacto am-biental, e baixo custo de aquisição e manutenção, o uso das bicicletas é incentivado pelos governos.

Joinville tem também um museu da bicicleta

A “Bicicleta do Mês” é escolhida pelos visitantes presenciais do museu, entre as peças do acervo expostas no MUBI. Na medida em que nossas páginas com peças do acervo forem aumentando, os internautas que acessarem nossa página, poderão, em futuro próximo, participarem da escolha.

A bicicleta eleita trata-se de um modelo especial “fora de série”, produzida pelo artista plástico paulistano, Israel Nicolau, um expoente no ramo das bikes diferenciadas. Esta peça foi toda confeccionada com vergalhão Gerdau G-50, material específico para o segmento da construção civil. Sua base geométrica é o de uma bicicleta masculina aro 26, equipada com freio contra-pedal, ano 2004.

ESTADO: original/conservada
ORIGEM:
Brasil
ACERVO:
MUBI

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Fontes:

http://www.museudabicicleta.com.br/index.html

Clique aqui para baixar a reportagem completa: história, fotos, gráficos.

Retirado de Jornal Notícias do Dia, 07 e 08/02/09

Última atualização ( Ter, 10 de fevereiro de 2009 18:38 )

Ontem publiquei a foto do ‘Cozinhando com amigos’  e achei que  seria uma delícia, então tentei de um jeito bem simples:

Ingredientes:

1 abacate grande,

1 kg de camarões descascados,

Azeite para refogar os camarões e temperar a salada,

Salsinha,

4 dentes de alho,

3 limões,

pimenta vermelha e sal a gosto.

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Tempere os camarões com 2 limões, pimenta e sal, deixe marinando por uns 40 minutos.

Pique o abacate em cubinhos tempere com limão, azeite e sal.

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Refogue os camarões com o azeite e o alho por 3 minutos ou até ficarem cor-de-rosa, cuidado para não deixar passar do ponto.

Arrume o abacate em uma travessa bonita e coloque os camarões por cima.

Decore com a salsinha picadinha.camarao com abacate - _0017

 

 

 

 

Arraial do Cabo, no Estado do Rio de Janeiro, conta com praias exuberantes e deslumbrantes, além de uma belo mar de águas cristalinas e transparentes, com uma rica e abundante vida marinha.

 

Vale citar que por causa de um fenômeno de rara ocorrência, Arraial do Cabo, que está situado 170 Km ao norte da capital do Rio de Janeiro é definido como um dos melhores pontos de mergulho do litoral de todo o país. O fenômeno é chamado de ressurgência e traz para a superfície as águas muito frias e profundas, que são ricas em nutrientes e provoca uma enorme e rica abundância de vida marinha.

As praias paradisíacas de Arraial do Cabo contam com águas limpinhas, verdes e super cristalinas, com áreas de Mata Atlântica e de restinga praticamente intocadas, além de várias outras paisagens super variadas. Você vai ficar encantando ao conhecer todas as atrações incríveis e naturais de Arraial do Cabo.