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Que maravilha!

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Concessionárias de veículos de Sorocaba, a 92 km de São Paulo, terão de plantar uma árvore para cada carro zero vendido na cidade. A lei municipal que prevê a medida benéfica ao meio ambiente foi aprovada em 2008, mas somente agora passará a ser cumprida.

O projeto “Um veículo, uma árvore” foi lançado nesta segunda-feira, depois de um acordo entre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e as trinta concessionárias de veículos que operam no município. O plantio simbólico de 50 mudas no Parque dos Ipês, no Jardim Santa Marina, zona norte da cidade, marcou a entrada da lei em vigor.

Com base no crescimento da frota de veículos, a Secretaria estima que as concessionárias terão de plantar 24 mil árvores por ano. De acordo com a secretária Jussara de Lima Carvalho, com o plantio das mudas, as empresas dão um passo para atingir metas de sequestro do dióxido do carbono, gás responsável pelo chamado efeito estufa, emitido pelos veículos automotores. Elas poderão usar a adesão ao projeto ambiental como argumento na venda dos veículos.

As concessionárias ficarão responsáveis pela compra, plantio e manutenção das mudas. Caberá à Secretaria indicar as espécies, o tamanho das mudas e o local do plantio. Nos últimos quatro anos, o plano de arborização de Sorocaba plantou mais de 500 mil mudas na cidade.

Fonte Agência Estado
http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2013/06/03/interna_nacional,398513/sorocaba-plantara-uma-arvore-para-cada-carro-vendido.shtml

Pallets são uma alternativa muito legal para construção de mobiliário, pois além do apelo da reciclagem nos dão a possibilidade de exercitarmos nossa criatividade e habilidades criando espaços muito pessoais. Abaixo seguem alternativas com ideias e cores muito variadas que se adaptam a muitos estilos, sempre preservando o meio ambiente.

Espreguiçadeiras em quintais muito charmosos

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Salas

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Escritórios

pernambuco construtora

Home theaters

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www.clippingimoveis.com.br

criativeideas.blogspot.com

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www.icreatived.com

www.masideasdenegocio.com

http://g1.globo.com

 

Consciência Jeans patrocinou time de futebol infantil da Copa Danone

 

Time Consciência Jeans na Copa Danone
Time Consciência Jeans na Copa Danone

 

A Copa Danone é uma competição mundial, que acontece simultaneamente em vários países e envolve equipes com garotos de até 12 anos nascidos em 2001 e 2002.  Os times que se classificam disputam um torneio final que acontecerá este ano em Londres no estádio de Wembley. A participação da Consciência Jeans neste evento foi viabilizar o sonho dos meninos e a continuidade do trabalho de Felipe Cruz na formação de atletas e cidadãos.

O time apoiado pela Consciência Jeans não se classificou para a final, mas nosso objetivo foi alcançado ao tornar realidade o sonho de garotos que precisavam de apoio para participar da etapa brasileira da competição. Se tivessem se classificado, seria incrível, mas ver a alegria com que participaram do torneio já foi perfeito.

Parabéns a todos. E o apoio da Consciência Jeans continua, para que mais sonhos se realizem.

Bambu renovável e resistente.
Bambu renovável e resistente.

Bambu atualmente é um dos materiais mais interessantes que possuímos…

 

O Bambu cresce com facilidade e rapidez  e se reproduz facilmente. Na antiguidade o bambu foi a principal matéria prima na fabricação de móveis no estilo das pessoas das aldeias, mesmo agora é mais acessível. Porque o preço de bambu é mais barato que o da madeira, além disso a madeira é um recurso natural que necessita muito tempo para ser  renovado. Elena Goray e Tönges Christoph são designers holandeses  que trabalharam com o distribuidor de bambu na Alemanha Conbam e criaram um banco feito de bambu, o nome é Pile Isle Bamboo Bench Furniture.

Bambu um material acessível no Brasil e existem várias pessoas trabalhando com este produto para construção e também mobiliário , para aprender consulte www.ebiobambu.com.br ou www.bambubrasileiro.com/ebiobambu.

Fontes http://designerhenriq.wordpress.com/2012/05/08/bambu/

www.greenschool.org

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/108/artigo31710-1.asp

 Lecy C. Picorelli-Bioarquitetura e Bioconstrucao.
Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods
Prefeito de Nova York quer abolir as embalagens plásticas para os fast foods

Durante seu mandato, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, proibiu fumar em espaços públicos, vender refrigerantes em copos gigantes e controlou a venda de alimentos com gordura trans. Agora, o prefeito direciona seus ataques ao uso do isopor como embalagem de alimentos. Em discurso nesta quinta-feira (14), Bloomberg disse que quer proibir o uso de copos, bandejas e caixas de isopor em toda a cidade de Nova York.

A proposta ainda precisa ser escrita e aprovada pelo conselho da cidade. Segundo o prefeito, o texto vai instruir escolas públicas a remover embalagens de isopor de suas lanchonetes. Bares e restaurantes serão forçados a mudar seus estoques por produtos biodegradáveis. “O isopor não é biodegradável e é virtualmente impossível de reciclar. Nós podemos viver sem ele”, disse Bloomberg.

A indústria de produtos químicos dos Estados Unidos critica o plano do prefeito. Segundo eles, a tecnologia para reciclar isopor existe e é viável, e reciclar é uma proposta melhor, do ponto de vista ambiental e econômico, do que banir. Mas segundo a prefeitura de Nova York, o isopor encarece o processo de reciclagem em cerca de US$ 20 por tonelada.

A proibição de embalagens de isopor é o carro-chefe do plano ambiental para o último ano de mandato do prefeito Michael Bloomberg. O plano também conta com propostas para melhorar a reciclagem na cidade e com um programa piloto de compostagem em Staten Island. Se o plano for aprovado, Nova York se juntará a outras cidades americanas que já proibiram embalagens de isopor, como Los Angeles, Portland, San Francisco e Seattle.

Foto: copo de café de isopor jogado no lixo em Nova York. Mark Lennihan/AP

Saiba mais:
Cidade americana proíbe venda de água em garrafas de plástico
No Reino Unido, programa voluntário não ajuda a diminuir uso de sacolinhas

(Bruno Calixto) em http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2013/02/15/prefeito-de-nova-york-quer-proibir-copos-e-bandejas-de-isopor/

 

David Latimer e seu jardim de garrafaDavid Latimer e seu jardim de garrafa. Clique na foto e veja a matéria original.

Ao olhar para essa massa de florescimento da vida vegetal que você pensa que  David Latimer é um gênio de dedos verdes. Verdade seja dita, no entanto, seu jardim garrafa – agora com quase 53 anos- não tem tomado muito do seu tempo. De fato, na última ocasião ele o regou Ted Heath era Primeiro-Ministro e Richard Nixon estava na Casa Branca. Durante os últimos 40 anos seu jardim está completamente isolado do mundo exterior. Mas a planta spiderworts ou Tradescantia, para dar as espécies vegetais a sua denominação científica em latim,  prosperou, enchendo sua garrafa/casa globular com uma folhagem saudável. Sr. Latimer, aos 80 anos, disse que a garrafa “fica próxima a uma janela para receber um pouco de luz solar. A vegetação  cresce em direção à luz, a garrafa é virada de vez em quando para que a vegetação cresça de maneira uniforme, é a definição de baixa manutenção. Eu nunca podo as plantas, elas parecem ter crescido para os limites da garrafa. ” O jardim garrafa criou seu próprio ecossistema em miniatura. Apesar de não  ter sido isolado do mundo exterior, porque ainda está absorvendo a luz que possibilita a  fotossíntese, o processo pelo qual as plantas convertem a luz solar em energia de que precisam para crescer. Assim como qualquer outra planta, o jardim do Sr. Latimers sobreviveu e prosperou com o ciclo da fotossíntese.

Como o jardim GARRAFA CRESCE : Jardins garrafa funcionam porque seu espaço fechado criam um ecossistema totalmente auto-suficiente em que as plantas podem sobreviver por meio de fotossíntese e da  reciclagem de nutrientes. A única entrada externa necessária para manter as plantas é a luz, já que isto dá-lhe a energia que necessita para criar a sua própria comida e continuar a crescer. A luz sobre as folhas da planta é absorvida pelas proteínas que contêm clorofila (um pigmento verde). Parte dessa energia de luz é armazenada sob a forma de trifosfato de adenosina (ATP), a molécula que armazena energia. O restante é usado para remover electrons a partir da água que é absorvida a partir do solo pelas raízes das plantas. Estes elétrons, então, tornam-se “livres” – e são usados ​​em reações químicas que convertem o dióxido de carbono em hidratos de carbono, liberando oxigênio. Este processo de fotossíntese é o oposto da respiração celular que ocorre em outros organismos, incluindo humanos, em que os hidratos de carbono que contêm a energia reagem com o oxigénio para produzir dióxido de carbono, água e energia química libertação. Mas o eco-sistema também usa a respiração celular para quebrar o material em decomposição derramado pela planta. Nesta parte do processo, as bactérias no interior do solo de jardim  garrafa absorve oxigênio da planta,  resíduos de dióxido de carbono são liberandos e a planta em crescimento pode reutilizar. E, claro, à noite, quando não há luz solar para conduzir a fotossíntese, a planta também irá utilizar a respiração celular para manter-se viva por quebrar os nutrientes armazenados.

Devido ao jardim garrafa ser um ambiente fechado, que significa o ciclo de água é também um processo de auto-contido. A água na garrafa  absorvida pelas raízes das plantas, é libertada para a atmosfera durante a transpiração, condensa-se na mistura de envasamento, onde o ciclo começa de novo. Fotossíntese cria oxigênio e também coloca mais umidade no ar. A umidade se acumula no interior da garrafa e cria “chuvas” de volta para a planta. As folhas caem, na parte inferior da garrafa, criando o dióxido de carbono  também necessário para a fotossíntese e os nutrientes que absorve através das suas raízes.

Era domingo de Páscoa de 1960, quando o Sr. Latimer pensou que seria divertido começar ‘por curiosidade’ um jardim garrafa.  “Na época, a indústria química tinha mudado a maneira de  transportar coisas para  garrafas de plástico por isso havia uma grande quantidade destes garrafões de vidro no mercado. “Os jardins de garrafa eram um pouco de loucura e eu queria ver o que acontecia.”

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2267504/The-sealed-bottle-garden-thriving-40-years-fresh-air-water.html

Brasileiros já podem produzir energia solar em casa e ter desconto na conta de luz

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Ainda sem os investimentos governamentais necessários, preço da instalação do sistema completo ainda é salgado, na casa dos R$ 25 mil
Fotos: plien

Instalar um painel fotovoltaico no telhado de casa, solicitar um medidor digital da concessionária local e produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Essa realidade, já bastante comum em alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália tem tudo para começar a se desenvolver no Brasil a partir de 2013.

É que desde a segunda-feira, 17 de dezembro, o consumidor brasileiro conta com o respaldo legal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para reivindicar a própria produção de energia solar integrada à rede elétrica comum. A resolução é a aposta do mercado para impulsionar o setor, que ainda esbarra no alto custo dos equipamentos.

A expectativa é de que em 2013 a ampliação nas vendas de painéis fotovoltaicos reduza os gastos com a instalação – atualmente, o sistema completo custa, em média, R$ 25 mil. “Nos últimos três anos, o preço caiu pela metade. Com a comercialização em escala, a tendência é que diminua ainda mais nos próximos anos”, afirmou ao Estadão Luis Felipe Lima, proprietário da Minha Casa Solar.

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes

A empresa de Lima, como a maioria em atividade, é especializada em fornecer painéis para casas situadas em áreas rurais, que usam baterias para armazenar a energia produzida.

Com a nova regulamentação, abre-se a possibilidade de que a geração de energia seja absorvida nas cidades pela rede elétrica, em um sistema de compensação. “Durante o dia, com um consumo normalmente reduzido de eletricidade, a residência será fornecedora da rede”, explicou Lima.

Excedente gera créditos

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes. As regras, porém, ficam a critério da concessionária.

A AES Eletropaulo, principal distribuidora da capital paulista, determina que esses créditos sejam usados em até 36 meses. Dessa forma, períodos de muito sol fornecem créditos para serem usados em época de pouca geração. A empresa afirma que começou a atender os pedidos de acesso dos clientes desde sábado (15).

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Painéis fotovoltaicos ainda são produzidos apenas no exterior – eles convertem a energia do sol em eletricidade, que pode ser integrada à rede comum

Com as diretrizes definidas, o setor espera agora facilidades para atrair interessados. “A regulamentação foi um passo fundamental, mas temos de pensar em incentivos a financiamento dos equipamentos e políticas de atração de fabricantes para o país”, observou Ricardo Baitelo, coordenador da campanha Clima e Energia do Greenpeace.

Investimento em longo prazo

Todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o engenheiro eletricista Marcelo Villalva estima que, para a geração em residências, o medidor digital vendido pelas concessionárias custe entre R$ 200 e R$ 300.

“Uma casa normal, de duas pessoas, consome em torno de 250 quilowatts-hora por mês e precisaria de meia dúzia de painéis, com um custo de cerca de R$ 16 mil”, calculou Villalva. “Em São Paulo, levaria cerca de oito anos para amortizar o investimento. No interior e outros Estados do Brasil, com maiores níveis de insolação, pode chegar até a três anos.”

Fonte http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/dezembro/brasileiros-ja-podem-produzir-energia-solar-em?tag=energia#ixzz2Fb4LNx00

A base dos tecidos reciclados usados pela Consciência Jeans é o reaproveitamento de garrafas peet e também de sobras de tecidos de confecções 100% algodão. As garrafas pet são separadas por cores para depois serem transformadas em fibras de poliéster. Os retalhos de tecidos também são separados por cores e desfibrados. As resistentes fibras de poliéster são combinadas com o algodão reciclado criando um fio já colorido que junta a resistência do poliéster e a maciez do algodão. O resultado final é um tecido de qualidade tão boa quanto o confeccionado com matéria prima não reciclada, mas com uma diferença fundamental: um inestimável valor social e ecológico. Este é um investimento em sustentabilidade e conciência ambiental. Compartilhe esta atitude.

Fonte : http://www.etexecologica.com.br/

Técnica PET

Este método, desenvolvido pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, reutiliza garrafas plásticas para compor um lindo jardim vertical. A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original. As garrafas ficam suspensas, amarradas em cordas de varais.

MATERIAIS

– Garrafa PET de 2 litros vazia e limpa;

– Tesoura

– Corda de varal, cordoalha, barbante ou arame

– Para os que optarem por cordoalhas ou arames, serão necessárias duas arruelas por garrafa PET

– Terra

– Muda de planta

MODO DE FAZER

Corte a garrafa PET, como na foto abaixo.

Para fixar as garrafas, devemos fazer dois furos no fundo da garrafa e dois na parte superior da garrafa. Dá pra entender direitinho olhando bem a foto acima. Além dos furinhos para passar a corda, é necessário um pequeno furo no fundo da garrafa. A água usada para regar a muda precisa escoar.

Depois disso, passe a corda por um furo e puxe pelo outro.

Muitas pessoas nos perguntaram como fazer para as garrafas não “escorregarem” pela corda (ou barbante, ou cordoalha). Obrigado pela colaboração e participação. Pensando nisso, elaboramos dois desenhos, com duas sugestões.

– Para quem usar corda de varal ou barbante:

– Para quem usar cordoalha ou arame:

Depois, basta esticar e fixar a corda na parede.


Material enviado ao Arquitetura Sustentável pelo colaborador Marcos Roberto Moacir Ribeiro Pinto

Fonte: Rosenbaum.com.br e Arquitetura Sustentável

Em Buenos Aires lei prevê que casas e edifícios passem a usar águas pluviais para tarefas cotidiana

 

O controle do uso de água é um problema de longa data para a população mundial. Mas uma iniciativa da cidade de Buenos Aires, Argentina, pode ser uma boa opção para lidar com a futura escassez do recurso. Uma  lei municipal exige que grandes edifícios e casas passem a coletar água da chuva.

Um sistema de drenagem por meio de tanques, tubos, caixas e bombas tornará possível que os moradores passem a utilizar as águas pluviais para tarefas que não necessitam de água tratada, como limpeza de casas, calçadas, carros e jardins. Assim, espera-se diminuir o gasto de água da rede de abastecimento e evitar enchentes em épocas chuvosas.

Está sendo colocado em prática, inclusive, um plano de comunicação para o fomento à utilização da água das chuvas, de maneira que a população possa entender que grande parte do uso de água não requer que ela seja potável.

Catraca livre Felipe Blumen em 03/10/12