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Jeans ecológico além de ser sustentável é confortável. Você já tem o seu?

Olá Leitoras,

Ultimamente muitos setores estão se adaptando para serem mais sustentáveis a fim de não agredir o meio ambiente, com a indústria da moda não é diferente. A moda vem se direcionando para questões socioambientais com o intuito de se adaptar às novas regras ecológicas mundiais para encontrar diferentes nichos de mercado e também buscar alternativas em matéria prima para diminuir a quantidade de carbono lançados à atmosfera.

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Fonte: Consciência Jeans

Confira as vantagens de usar jeans ecológico:

Algodão 100% orgânico
O jeans ecológico é feito com algodão 100% orgânico, ou seja, não há o uso de pesticidas que poluem o meio-ambiente

Tingimento em coloração natural
No processo de lavagem das calças não são utilizados produtos químicos, o que possibilita que a água seja reutilizada.

Reciclagem de materiais
Os fabricantes de jeans ecológico, para se adequarem aos padrões da produção limpa, reutilizam a água e doam os retalhos que antes eram jogados fora. Também é possível utilizar os resíduos na produção de adubo.

Além de não agredir o meio-ambiente, o jeans ecológico também é super bonito, não devendo nada ao jeans que conhecemos. A grande vantagem em usá-lo, é se vestir bem sem agredir o planeta.

E aí, você pensa em adotar essa moda?

Você encontra o jeans claros na loja Consciência Jeans. Visite a Loja de Jeans no Brás na Rua Mendes Junior, 395 ou a Loja na  Rua Xavantes, 173 em São Paulo ou encontre um revendedor na sua cidade, veja aqui os locais.

Quindins são doces muito brasileiros e fáceis de fazer, o difícil é comer pouco! É bom fazer quando há muitas pessoas para comer. Sobremesa… comida de festa!

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É uma receita fácil, mas manhosa, exige bons ingredientes que se encontram nas feiras livres. Os ovos devem ter as gemas bem amarelinhas, pois senão a cor do quindim não fica tão bonita e o coco é aquele fresco ralado na hora.

Ingredientes

5 ovos inteiros e 15 gemas,

3 xícaras de açúcar,

1 xícara de coco fresco ralado,

50 gramas de manteiga,

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Modo de fazer

Misture o açúcar e a manteiga, o coco e as claras depois peneire as gemas e deixe descansar. Misture sem bater muito pois bater clareia as gemas. Unte uma forma com manteiga e polvilhe de açúcar, coloque a massa do quindim e asse em banho-maria por aproximadamente 50 minutos. Fica pronto quando estiver bem dourado e  o garfo sair limpo. Para fazer vários quindinzinhos use forminhas de empadinhas.

 

 

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O projeto é  simples e resumido nas fotos abaixo. Foi inspirado nos sacos de papel kraft e transforma um velho jeans em uma bolsa para você usar como quiser !

Apenas uma observação antes de começar: o tamanho da bolsa, obviamente, é determinado pela largura das pernas das calças. Por isso, eu não recomendo usar calças finas. Calças retas são perfeitas para o trabalho!

Você vai precisar de: um velho par de calças, um cinto, agulha e linha, e uma máquina de costura (embora você possa fazer esse projeto inteiramente à mão)

8118926781_a0c0abc1fb_zClique nas imagens e veja a matéria original

Se você quiser fazer as alças da mochila use a outra perna.

O tempo e o esforço que você usa para reciclar seu jeans velhos valem a pena. A reciclagem não só aumenta sua diversão e a sua poupança, mas também demonstra a sua preocupação com o meio ambiente.

Fonte

http://pm-betweenthelines.blogspot.com.br/2012/10/denim-snack-bag-recycling-project.html

48 horas em Florianópolis

Um fim de semana recheado com praias, esportes radicais, gastronomia e história

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui

Edu Lyra

Praia da Joaquina, em Florianópolis

Clique nas fotos e veja a matéria original.

Dunas da praia de Joaquina, em Florianópolis, Santa Catarina

É impossível resistir aos encantos de Florianópolis – ou, simplesmente, Floripa. Só as praias, lagoas, dunas e montanhas já valem a viagem. Mas além das belezas naturais, a capital catarinense reúne construções históricas e variada gastronomia. Seus moradores, os “manezinhos da ilha”, são simpáticos com seu sotaque peculiar, herança dos colonizadores açorianos.

Não é à toa que Floripa atrai tantos turistas do Brasil e do lado de lá da fronteira. Os hermanos são presença constante no verão. Muitos até se mudaram de vez, já que Florianópolis é a capital com melhor qualidade de vida do país.

Com 60 quilômetros de extensão, as distâncias de uma praia a outra são bem longas e compensa alugar um carro. 48 horas em Florianópolis é muito pouco para descobrir as atrações da ilha. Mas, com certeza, é um convite para uma próxima viagem.

Dia 1

Praia é o que não falta em Florianópolis: 42 esparramam-se pela ilha – e sem contar aquelas menores, escondidinhas e sem nome. Com tantas opções, é difícil escolher uma só. Tire a manhã para conhecer a Praia Mole, a mais baladeira de todas. As ondas fortes atraem os surfistas enquanto o morro à direita é usado como rampa de decolagem para o voo livre. Nada melhor que tomar um café da manhã com vista para o mar. Siga então para a charmosa barraca de praia Big Blue Club que serve ótimos sucos e sanduiches naturais. E a praia ainda tem uma vantagem a mais: na fofa faixa de areia rola um forte clima de paquera.

 

Praia Mole, Florianópolis (SC)

As fortes ondas da Praia Mole atraem surfistas. E, de quebra, muita paquera. Crédito: Ricardo Freire

Colada à Praia Mole fica Joaquina, outro famoso point de surfistas e sede de campeonatos internacionais. Se o mar não for sua praia, arrisque-se no sandboard, o surfe na areia. O desafio é deslizar pelas dunas em pé, sobre a prancha, sentindo o ventinho bater no rosto. Mas se preferir algo menos radical, encare o esquibunda, em uma prancha um pouco mais larga. Várias barracas na praia alugam as pranchas.

Pertinho dali está a Lagoa da Conceição. As águas da maior lagoa da ilha ficam coloridas com as velas de windsurfe e kitesurfe. Dá para fazer uma aulinha rápida com instrutores e aprender algumas manobras. Faça uma caminhada na Avenida das Rendeiras, que contorna a lagoa, repleta de lojas que vendem a tradicional renda de bilro. Aproveite para fazer comprinhas de peças feitas artesanalmente à mão, como toalhas e vestidos.

A Lagoa também concentra bons restaurantes, como O Barba Negra. No almoço, não deixe de provar a famosa sequência de camarão, que se tornou praticamente uma atração turística. O visitante pode se esbaldar nesse “rodízio” que começa com casquinhas de siri e continua com camarão ao alho e óleo, ao bafo, à milanesa e filé de peixe ao molho de camarão.

 

Praia Jurerê, Florianópolis, Santa Catarina

Nos beach lounges de Jurerê Internacional rolam festas regadas a espumantes, ideais para curtir o pôr do sol. Crédito: Cris Berger

E que tal curtir uma balada em plena luz do dia? A Praia de Jurerê Internacional reúne beach lounges que lhe dão um ar sofisticado de Ibiza e Punta del Este. As festas regadas a espumantes e música eletrônica são perfeitas para curtir o fim de tarde à beira-mar. O Cafe de la Musique, filial da casa paulistana, oferece cardápio internacional e espreguiçadeiras confortáveis na areia. Já no El Divino, DJs internacionais se revezam nas picapes, enquanto o público dança ou paquera no deque de madeira.

Depois do esquenta na praia, nada melhor que curtir a noite de Floripa. Os mais baladeiros podem se esbaldar na pista ao som eletrônico ali mesmo em Jurerê. O complexo Music Park abriga três grandes casas: Pacha, Posh e Stage. Agora se a ideia é curtir um bar com a dobradinha petisco e cerveja, siga para o Centro onde estão o Botequim Floripa e a Cervejaria Original.

Dia 2

Deixe o segundo dia para descobrir o Centro Histórico. Boa parte das antigas construções em estilo neoclássico foram restauradas. Escolha como ponto de partida a Praça 15 de Novembro, onde a cidade foi fundada. Impossível deixar de notar a gigantesca e centenária figueira, com galhos que se estendem pela praça. Os moradores garantem que contornar a árvore várias vezes atrai fortuna e casamento.

Faça um pit stop no charmoso Café Cultura, instalado em um imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico. Tome uma xícara do saboroso café, que leva o nome da casa, acompanhado de um waffle de frutas vermelhas.

De volta à caminhada, entre na Catedral Metropolitana, erguida em 1773, no ponto mais alto da Vila de Nossa Senhora de Desterro, como Florianópolis foi batizada. O edifício passa por um intenso restauro, mas repare nos delicados vitrais e altares que já foram recuperados.

A poucos passos dali fica a Casa da Alfândega, de 1876. O prédio abriga barracas que vendem o típico artesanato local, com peças de cerâmica, barro e palha. Leve algumas lembrancinhas, como o colorido boi de mamão. O boizinho de cerâmica, herança dos colonizadores açorianos, faz parte do folclore local.

Vale a pena conhecer o Museu Victor Meirelles, instalado na simpática casa onde viveu o pintor catarinense. O acervo reúne pinturas, aquarelas e desenhos, como a famosa tela “Degolação de São João Batista”, de 1855.

 

Porção de ostras, mariscos e camarões, do Box 32, no Mercado Municipal de Florianópolis

No Box 32, no Mercado Público, experimente a farta porção de ostras, mariscos e camarões. E o recheado pastel de camarão. Crédito: Leo Feltran

Siga para o Mercado Público onde as barracas vendem de camarões graúdos a doces típicos. A dica para o almoço é o Box 32, famoso pelo pastel recheado com inacreditáveis 100 gramas de camarão. Prove também uma porção de ostras frescas, já que a cidade é a maior produtora do país. Tampouco seria um pecado ir embora sem degustar um bolinho de bacalhau e a tradicional cachamel, cachaça envelhecida com mel.

De lá, dê uma esticadinha até a Praia do Campeche, um das mais próximas do centro, apesar dos 20 quilômetros de distância. É tão badalada quanto Jurerê Internacional e Mole, mas sua natureza mais rústica, com ventos fortes e mar agitado, atrai fãs de surf e kitesurfe. Sua extensa faixa de areia servia de campo de pouso para o correio aéreo francês na década de 20. Um dos seus funcionários, o escritor Antoine de Saint-Exupéry, costumava descansar na região. E uma curiosidade: os antigos moradores dizem que o nome Campeche vem do apelido que ele deu ao lugar: Campo de Pesca – ou em francês, Champ du Pêche. O certo é que sua obra mais famosa, O Pequeno Príncipe, batiza a principal avenida do balneário.

 

Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, Santa Catarina

Com o pôr do sol do fim da tarde, a Ponte Hercílio Luz rende ótimos cliques. Crédito: Thinkstock

Para se despedir de Floripa, vá até a Ponte Hercílio Luz. Construída para ligar a parte continental à ilha, a enorme estrutura de 75 metros de altura se tornou o cartão-postal da cidade. A ponte está fechada para (uma eterna) restauração, mas continua procuradíssima para fotos, principalmente ao pôr do sol. À noite, a iluminação realça ainda mais sua beleza e, de quebra, rende ótimos cliques.

 

por Mônica Cardoso Fonte: viajeaqui.abril

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/48-horas-em-florianopolis

Que maravilha!

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Concessionárias de veículos de Sorocaba, a 92 km de São Paulo, terão de plantar uma árvore para cada carro zero vendido na cidade. A lei municipal que prevê a medida benéfica ao meio ambiente foi aprovada em 2008, mas somente agora passará a ser cumprida.

O projeto “Um veículo, uma árvore” foi lançado nesta segunda-feira, depois de um acordo entre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e as trinta concessionárias de veículos que operam no município. O plantio simbólico de 50 mudas no Parque dos Ipês, no Jardim Santa Marina, zona norte da cidade, marcou a entrada da lei em vigor.

Com base no crescimento da frota de veículos, a Secretaria estima que as concessionárias terão de plantar 24 mil árvores por ano. De acordo com a secretária Jussara de Lima Carvalho, com o plantio das mudas, as empresas dão um passo para atingir metas de sequestro do dióxido do carbono, gás responsável pelo chamado efeito estufa, emitido pelos veículos automotores. Elas poderão usar a adesão ao projeto ambiental como argumento na venda dos veículos.

As concessionárias ficarão responsáveis pela compra, plantio e manutenção das mudas. Caberá à Secretaria indicar as espécies, o tamanho das mudas e o local do plantio. Nos últimos quatro anos, o plano de arborização de Sorocaba plantou mais de 500 mil mudas na cidade.

Fonte Agência Estado
http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2013/06/03/interna_nacional,398513/sorocaba-plantara-uma-arvore-para-cada-carro-vendido.shtml

Nascida como cidade dos príncipes…

Rua-das-Palmeiras joinvilleFoto http://www.nossajoinville.com.br/160anos/

Joinville ainda é das bicicletas


Crianças  indo e voltando de bicicleta  – com  rodinhas na  roda  traseira  e  capacete  na  cabeça  –  pelos bairros, praças e parques da cidade. Operários  e  executivos  dividindo o mesmo espaço nas poucas  ciclovias  joinvillenses  para  chegar  ao trabalho.  Tudo  isso  sem  o  barulho do  motor  de  carros,  motocicletas aceleradas,  caminhões,  ônibus  e nem  poluição.  A  cena  descrita  lhe parece   utópica? Pode ser, se consi-derados os dias atuais, mas não se, de  fato, vivêssemos na “Cidade das Bicicletas”.

Em 1950,  Joinville  foi agraciada com esse  título. Na época, a cidade com pouco mais de 18 mil habitan-tes  tinha  oito  mil  bicicletas.  Hoje, estima-se  uma  população  de mais de 500 mil habitantes e cerca de 250 mil  bicicletas. Motivo mais  do  que justo para que o título seja mantido. Na cidade, a média é de 7,8% de viagens diárias dos joinvilenses fei-tas de bicicleta, enquanto a média nacional levantada pelo Ministério das Cidades é de 1,75%. “O interes-sante é que 90% destas viagens de bicicleta na  cidade  são  feitas para ir  e  vir  do  trabalho”,  destaca  Vla-dimir  Constante  Tavares,  diretor-executivo  da  Fundação  Instituto de Pesquisas e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville (Ippuj).

Outra média  interessante  é  a de  uma  bicicleta  para  cada  dois habitantes.  Dado  signifcativo, principalmente  se  levado  em consideração  que,  nos  dias  de hoje, diferente da década de 1950, apresenta-se  um  número  exage-rado de carros e motos.

Mesmo  assim,  a  boa  e  velha “magrela”  ainda  está  na moda.    O aumento – lento, porém continuado – da  instalação de ciclovias nos úl-timos anos, tem contribuído para o aumento  signifcativo  dos  usuários de bicicleta.

Atualmente  Joinville conta com 67 quilômetros de ciclovias. Outros 83  quilômetros  estão  inclusos  em projetos  já elaborados pelo  Ippuj e serão  contemplados  nos  projetos Pró-Transporte e BNDES III. Por ser um método de transporte com baixo ou nenhum impacto am-biental, e baixo custo de aquisição e manutenção, o uso das bicicletas é incentivado pelos governos.

Joinville tem também um museu da bicicleta

A “Bicicleta do Mês” é escolhida pelos visitantes presenciais do museu, entre as peças do acervo expostas no MUBI. Na medida em que nossas páginas com peças do acervo forem aumentando, os internautas que acessarem nossa página, poderão, em futuro próximo, participarem da escolha.

A bicicleta eleita trata-se de um modelo especial “fora de série”, produzida pelo artista plástico paulistano, Israel Nicolau, um expoente no ramo das bikes diferenciadas. Esta peça foi toda confeccionada com vergalhão Gerdau G-50, material específico para o segmento da construção civil. Sua base geométrica é o de uma bicicleta masculina aro 26, equipada com freio contra-pedal, ano 2004.

ESTADO: original/conservada
ORIGEM:
Brasil
ACERVO:
MUBI

joinville rua das palmeiras

Fontes:

http://www.museudabicicleta.com.br/index.html

Clique aqui para baixar a reportagem completa: história, fotos, gráficos.

Retirado de Jornal Notícias do Dia, 07 e 08/02/09

Última atualização ( Ter, 10 de fevereiro de 2009 18:38 )

Coleção de inverno Consciência Jeans  traz estampas feitas a laser . O jeans que é a principal aposta desta estação, tem textura, relevos e um efeito de três dimensões. A coleção da Consciência Jeans traz algumas peças nesta tendência, com estampas em motivos como pele de cobra, florais e étnicos. Em algumas peças estes efeitos efeitos 3 D são resultado de  lavagens especiais a laser e outros casos o próprio tecido cria esta impressão.

Estampas com efeito 3D são um must da estação.
Estampas com efeito 3D são um must da estação.

 

Aqui vai mais uma receitinha bem brasileira…

bolo de fuba - set 2013 foto Paulo Falcão

 

4 xícaras de leite

1 e 1/2 xícaras de fubá

1/2 xícara de farinha de trigo

1 pacotinho de queijo ralado

2 colheres de margarina

1 colher de sopa de fermento

1 e 1/2 xícaras de açucar

4 ovos

Bata tudo no liquidificador e asse em forno pré aquecido. É maravilhoso com aquele cafezinho… para receber amigos, estudar, conversar etc…

bolo de fuba com café - foto Paulo Falcão

Fotos  Paulo Falcão

 

Ganhe uma calça em couro jeans Consciência!
É necessário comentar no facebook  para ganhar!

O jeans resinado é contemporâneo, estiloso, inovador, valoriza seu look e  já faz parte dos closets femininos. Além de lindo, o jeans resinado é muito confortável e leve, o que favorece ainda mais na hora da escolha, pois a peça tem a aparência do couro, com o conforto de uma legging, e  fica bem em uma grande variedade de peças:  calças, shorts, jaquetas e saias.  A Coleção Consciência Jeans é bem variada e tem opções  para todos os gostos com diferentes acabamentos que vão da aparência de couro aos metalizados e com glitter. Neste inverno o vermelho, o preto e o marrom serão ótimas apostas.

Couro Jeans Consciência
Couro Jeans Consciência

 

Couro Jeans Consciência, ótimo para o inverno.
Couro Jeans Consciência, ótimo para o inverno.

O jeans resinado é contemporâneo, estiloso, inovador, valoriza seu look e  já faz parte dos closets femininos. Além de lindo, o jeans resinado é muito confortável e leve, o que favorece ainda mais na hora da escolha, pois a peça tem a aparência do couro, com o conforto de uma legging, e  fica bem em uma grande variedade de peças:  calças, shorts, jaquetas e saias.  A Coleção Consciência Jeans é bem variada e tem opções  para todos os gostos com diferentes acabamentos que vão da aparência de couro aos metalizados e com glitter. Neste inverno o vermelho, o preto e o marrom serão ótimas apostas.

Se a escolha for a calça jeans aposte nos modelos skinny, e na hora da composição opte por uma blusa um pouco mais soltinha e use um belo salto, você estará pronta para qualquer evento.

Lavar não é complicado, seguem as instruções:

Lavagem à máquina no ciclo mais curto, com a peça pelo avesso e ziper e botões fechados.

Lavagem a mão: Temperatura máxima de 40º C. Não deixar de molho. Lavar as peças do lado avesso, com zíper e botões fechados. Não esfregar exageradamente num só lugar, evitando a formação de manchas. Utilizar pouca quantidade de sabão em pó na lavagem. Enxaguar a peça até que elimine todo o resíduo do sabão. Caso necessário aplicar amaciante doméstico e não torcer. Não alvejar. A secagem em tambor é possível. Secagem a baixa temperatura (máx. 50% C) OBS: As peças devem ser secas do lado avesso. A peça pode ser seca em varal à sombra. A temperatura máxima de base do ferro a 110º C. OBS: Passar a peça do lado avesso. Não limpar a seco.