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“No período de seca há muito sol e no de chuvas, temos as hidrelétricas. Temos uma complementaridade muito boa. “

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Como funcionam placas fotovoltaicas

Primeiro a célula solar, dispositivo que vai receber luz solar e transformar em energia elétrica, deve ser fabricada. Dentro dela são criados vários processos físicos e químicos. Ela é uma lâmina fina e quabradiça de silício, por isso é colocada entre de chapas de vidro. Uma célula solar sozinha produz meio volt. Várias células devem ser associadas em série para formar uma placa a fim de que seja obtida a energia necessária.

A placa é colocada no telhado da casa. Ela capta a luz e produz energia elétrica durante o dia. Um aparelho chamado inversor é que vai transformar corrente contínua em alternada, ou seja, energia solar em elétrica. “É um eletrodoméstico que em vez de consumir energia vai produzi-la”, explica Moehlecke.

Se não há ninguém consumindo energia no momento em que ela é gerada, o medidor de luz passa a girar ao contrário. Não daria para zerar a conta, porque temos que ter uma forma de ter energia para a noite, assim há um balanço entre o consumo da fonte tradicional de energia.

“Para armazenar energia teríamos que usar bateria. No nosso caso, usaríamos as hidrelétricas como bateria. Se não usamos a energia das hidrelétricas, podemos fechar os reservatórios que eles enchem. No período de seca há muito sol e no de chuvas, temos as hidrelétricas. Temos uma complementaridade muito boa. “

O investimento atual para abastecer uma residencia com energia solar seria em torno de R$20 mil, tendo como base preços europeus. Isso renderia em torno de 130 quiilowatts-hora por mês, de acordo com cálculos feitos na cidade de Porto Alegre. A residência média gaúcha consome 160 quilowatts-hora por mês, de acordo com o pesquisador. Hoje, com materiais importados, levaríamos cerca de 12 anos para recuperar o investimento.

 

Veja a matéria completa na revista Galileu :

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI116820-17770-1,00-BRASIL+FAZ+PLACA+SOLAR+MAIS+EFICIENTE+A+CUSTOS+MENORES.html

“Entre 12h e 13h do dia 26 de maio, o país gerou 22 gigawatts de eletricidade usando apenas a luz do Sol — um recorde mundial. É o equivalente, por exemplo, a 1,5 vezes a produção de Itaipu no mesmo período.”

Muita gente acha que reduzir as emissões de CO2 em curto prazo é uma utopia. Os alemães, porém, têm batido recordes de produção de energia solar, e mostrado que essa hipótese não é só uma luz no fim do túnel. Entre 12h e 13h do dia 26 de maio, o país gerou 22 gigawatts de eletricidade usando apenas a luz do Sol — um recorde mundial. É o equivalente, por exemplo, a 1,5 vezes a produção de Itaipu no mesmo período. E não foi só um lampejo. Na média mensal, placas fotovoltaicas geraram 10% da energia consumida no país.

Pelo menos duas coisas explicam os recordes. Uma delas é que desde 2000 o governo oferece subsídio para quem quer instalar placas. O cidadão que faz isso gera sua própria eletricidade e vende o excedente para os vizinhos a preços competitivos. E o que paga a conta do subsídio? Uma sobretaxa na conta de luz de quem não usa energia limpa. A estratégia faz parte do energiewende (guinada da energia), conjunto de ações do governo para reduzir emissões. Ela ajudou o país a aumentar mais de 300 vezes sua geração de energia solar nos últimos 11 anos e a se tornar líder global no quesito — o país tem 36% das placas fotovoltaicas em operação no mundo.

Mas ser verde ainda custa caro. No ano passado, a Alemanha gastou US$ 17 bilhões com energia limpa. Suja, ela custaria menos da metade, segundo o engenheiro Samarjit Chakaborty, da Universidade Técnica de Munique. E aí entra a outra explicação para os recordes alemães: a adesão popular. “Mais de 65% dos geradores são de indivíduos ou comunidades. É uma revolução civil”, diz Rainer Rahlwes, da Federação Europeia de Energias Renováveis. Por trás dessa atitude, há um misto de consciência ecológica e medo. “Depois de Fukushima, o povo alemão parece ter decidido dizer não à energia atômica”, diz o sociólogo Harald Wenzel, da Universidade Freie de Berlim, sobre a fonte de 20% da energia do país em 2010. “Hoje se pensa que não vale a pena correr o risco só para economizar.” Sem as usinas nucleares, e com a meta de cortar suas emissões pela metade até 2020, a Alemanha deve continuar batendo recordes de energia solar. Talvez neste mesmo verão.

Reportagem da revista Galileu

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI314126-18537,00-ALEMANHA+BATE+RECORDES+DE+PRODUCAO+DE+ENERGIA+SOLAR.html

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