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Consciência Jeans lança tendências de inverno na feira São Paulo Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . A calça jeans da foto recebeu estampa a laser que na balada brilha com a luz negra. Este processo de estamparia economiza água  na fabricação do jeans e é um investimento da marca focado no respeito ao meio ambiente.

Jeans com estampa a laser
Jeans com estampa a laser

Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL e a WE Manuseios.

 Você encontra todas as peças de jeans na loja Consciência Jeans. Visite a Loja de Jeans na Rua Xavantes, 173 ou a Loja na Rua Joli, 582 no bairro do Brás em São Paulo ou encontre um revendedor na sua cidade, veja aqui os locais.

Garrafas de água recicladas decoram estande da Consciência Jeans na Pret a Porter 2013

Sempre preocupada em desenvolver ações de sustentabilidade ambiental, a Consciência Jeans investe na diminuição do uso de água nas lavagens de seus produtos e tem linhas de produtos feitos a partir de tecidos reciclados de resíduos de tecidos de puro algodão e garrafas pet . Seguindo esta preocupação com sustentabilidade seu estande na Pret a Porter 2013 recebeu decoração de 4 biombos feitos com garrafas pet recicladas. Os responsáveis por este trabalho foram a montadora DMDL com montagem da WE Manuseios.

Edilene da WE manuseios e o biombo de garrafas Consciência Jeans

Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter
Consciência Jeans faz estande com materiais reciclados na Pret a Porter

 

Fala de marketing, comportamento e moda para o varejo de confecções e acessórios

 Além da oportunidade de conhecer e comprar as coleções de moda 2013 de importantes marcas nacionais e internacionais, lojistas que visitarem a São Paulo Prêt-à-Porter – 3ª Feira Internacional de Negócios para Indústria da Moda, Confecções e Acessórios (13 a 16 de janeiro, Expo Center Norte, São Paulo) terão também um momento imperdível de atualização profissional. O Fórum de Moda preparado pelos organizadores da feira terá 7 palestras gratuitas para o varejo, abordando temas de marketing, comportamento, mercado e moda.

 A gerente de negócios da São Paulo Prêt-à-Porter, Tahiana Bainton, destaca que o Fórum acontece de maneira simultânea e integrada à feira. “As apresentações serão realizadas em um auditório dentro do pavilhão. De 13 a 15 de janeiro serão duas palestras por dia e no dia 16 de janeiro (último dia de evento) uma apresentação.

 Silvio Chadad, consultor da São Paulo Prêt-à-Porter e curador do Fórum de Moda, destaca o enfoque prático das apresentações. “O empresário do varejo que participar e/ou enviar um membro da equipe para assistir às palestras sairá do evento com a sensação de ter participado de um curso de imersão 100% voltado ao varejo de moda”.

O Fórum de Moda São Paulo Prêt-à-Porter conta com apoio do Istituto Europeo di Design (IED), Grupo UseFashion e da Universidade Anhembi Morumbi.

 

PROGRAMA

13 de janeiro

16h00: Panorama do mercado de luxo no Brasil e no mundo

Amnon Armoni – coordenador do curso de pós-graduação em Direção de Criação em Moda e professor do curso de MBA Gestão de luxo, da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). É consultor no segmento de luxo para várias marcas de destaque no cenário do varejo.

18h00: Preview Verão 2013/2014: direcionamento criativo

Aissa Basile – autora do livro Como pesquisar Moda na Europa e nos Estados Unidos. Atua como consultora cobrindo os principais desfiles internacionais e como diretora criativa para várias tecelagens. Palestrante do Senac Moda Informação desde o início do projeto, também criou o núcleo de moda da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) orientando empresas do segmento têxtil no desenvolvimento de coleções.

 

14 de janeiro

13h00:  Comportamento de consumo da mulher contemporânea e a influência das novelas

Patrícia Rodrigues – especialista em moda e comunicação com mais de 19 anos de experiência e vasto conhecimento em todos os processos da cadeia produtiva de moda. Diretora de Pesquisa do Sistema UseFashion de Informações, responsável pelo direcionamento dos projetos de pesquisa e decodificação das tendências junto a toda a equipe de especialistas.

 

Fórum de Moda São Paulo Prêt-à-Porter

 fala de marketing, comportamento e moda

para o varejo de confecções e acessórios

Além da oportunidade de conhecer e comprar as coleções de moda 2013 de importantes marcas nacionais e internacionais, lojistas que visitarem a São Paulo Prêt-à-Porter – 3ª Feira Internacional de Negócios para Indústria da Moda, Confecções e Acessórios (13 a 16 de janeiro, Expo Center Norte, São Paulo) terão também um momento imperdível de atualização profissional. O Fórum de Moda preparado pelos organizadores da feira terá 7 palestras gratuitas para o varejo, abordando temas de marketing, comportamento, mercado e moda.

A gerente de negócios da São Paulo Prêt-à-Porter, Tahiana Bainton, destaca que o Fórum acontece de maneira simultânea e integrada à feira. “As apresentações serão realizadas em um auditório dentro do pavilhão. De 13 a 15 de janeiro serão duas palestras por dia e no dia 16 de janeiro (último dia de evento) uma apresentação.

Silvio Chadad, consultor da São Paulo Prêt-à-Porter e curador do Fórum de Moda, destaca o enfoque prático das apresentações. “O empresário do varejo que participar e/ou enviar um membro da equipe para assistir às palestras sairá do evento com a sensação de ter participado de um curso de imersão 100% voltado ao varejo de moda”.

O Fórum de Moda São Paulo Prêt-à-Porter conta com apoio do Istituto Europeo di Design (IED), Grupo UseFashion e da Universidade Anhembi Morumbi.

 PROGRAMA

 13 de janeiro

16h00: Panorama do mercado de luxo no Brasil e no mundo

Amnon Armoni – coordenador do curso de pós-graduação em Direção de Criação em Moda e professor do curso de MBA Gestão de luxo, da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). É consultor no segmento de luxo para várias marcas de destaque no cenário do varejo.

18h00: Preview Verão 2013/2014: direcionamento criativo

Aissa Basile – autora do livro Como pesquisar Moda na Europa e nos Estados Unidos. Atua como consultora cobrindo os principais desfiles internacionais e como diretora criativa para várias tecelagens. Palestrante do Senac Moda Informação desde o início do projeto, também criou o núcleo de moda da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) orientando empresas do segmento têxtil no desenvolvimento de coleções.

14 de janeiro

13h00:  Comportamento de consumo da mulher contemporânea e a influência das novelas

Patrícia Rodrigues – especialista em moda e comunicação com mais de 19 anos de experiência e vasto conhecimento em todos os processos da cadeia produtiva de moda. Diretora de Pesquisa do Sistema UseFashion de Informações, responsável pelo direcionamento dos projetos de pesquisa e decodificação das tendências junto a toda a equipe de especialistas.

17h00: O novo luxo: mesa-redonda – Moderação Silvio Chadad

Edgard Octávio – é um dos principais cenógrafos de moda do Brasil, responsável pela ambientação de importantes lojas de luxo do País. Estudante de arquitetura nos anos 1970, se tornou darling da moda quando precisou ajudar um amigo vitrinista. A partir daí, passou a trabalhar com todos os estilistas do grupo Moda-Rio. Foi na Daslu, onde atua desde 2005, que descobriu a capacidade para desenvolver conceito visual de forma ampla. Edgard Octávio assina a cenografia do salão TopStyle São Paulo Prêt-à-Porter.

Silvio Passarelli – economista, administrador de empresas, especialista em planejamento, pós-graduado em Marketing e especialista em Criatividade Aplicada, pela Universidade de Santiago de Compostela. Consultor em estratégia, marketing, competitividade e criatividade para os mercados luxo e premium. Atua no magistério superior desde 1973, é diretor da Faculdade de Artes Plásticas, da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), e diretor da Silvio Passarelli Luxo e Cultura Ltda.

 Victor Megido – além de conferencista, trabalhou na área de propaganda e marketing de empresas multinacionais e hoje atua como Managing Director, da agência de comunicação e marketing Armosia Brasil. Foi professor convidado da Universidade La Sapienza e do IED Roma e é escritor na área avançada de marketing e comunicação, com livros publicados na Itália: Le mille facce del marketing (2008), Brand imagination (2007) e Le nuove terre della pubblicità (2005). Autor do livro Luxo for All (2011) sobre o novo conceito de luxo e as estratégias para abordar a nova classe média brasileira.

15 de janeiro

13h00: Relacionamento além da loja: novas ferramentas digitais

Karina Kotake – fundadora da KOK Fashion Lab, agência de marketing digital de moda 360° que atende grandes marcas do setor. Formada e pós-graduada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade Anhembi Morumbi, é especialista em Inteligência digital nos segmentos de moda, beleza e lifestyle. Hoje, também é criadora de cursos e palestras sobre marketing digital, varejo online e cool hunting em tais segmentos.

17h00: Marketing de Moda: gestão de vendas e criação de valor

Silvio Chadad – formado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), com especialização em Marketing de Moda. Trabalha no setor desde 1975, é diretor da Resolução Assessoria de Moda e tem trabalhado com algumas das maiores empresas do setor. Palestrante na área de Gestão de negócios em moda tem atuação destacada para várias marcas nesse segmento com participação ativa nas maiores feiras de moda do mercado brasileiro. Atualmente é consultor do Salão TopStyle da feira São Paulo Prêt-à-Porter e curador do Fórum de Moda do mesmo evento.

16 de janeiro

11h00: A loja que vende: o ambiente que encanta

Otávio Pereiral – mestre em História da Ciência, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); pós-graduado em MBA em Varejo de Moda pela Universidade Anhembi Morumbi; bacharel em Letras, pela Universidade de São Paulo (USP). Coordenador da pós-graduação na área de moda e professor, da Universidade Anhembi Morumbi; professor e consultor nas áreas de gestão de moda, pelo Senac-SP e consultor para as empresas: Quatsi/Jarmod, WZ e Sebrae-MG.

A programação oficial está disponível no portal www.saopaulopretaporter.com/ em A Feira – Fórum de Moda.

*Programa sujeito a alterações

SERVIÇO

São Paulo Prêt-à-Porter 2013

3ª Feira Internacional de Negócios para Indústria de Moda, Confecções e Acessórios

13 a 16 de janeiro de 2013 – Expo Center Norte – São Paulo

Horário: das 10h às 20h

Brasileiros já podem produzir energia solar em casa e ter desconto na conta de luz

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Ainda sem os investimentos governamentais necessários, preço da instalação do sistema completo ainda é salgado, na casa dos R$ 25 mil
Fotos: plien

Instalar um painel fotovoltaico no telhado de casa, solicitar um medidor digital da concessionária local e produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Essa realidade, já bastante comum em alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália tem tudo para começar a se desenvolver no Brasil a partir de 2013.

É que desde a segunda-feira, 17 de dezembro, o consumidor brasileiro conta com o respaldo legal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para reivindicar a própria produção de energia solar integrada à rede elétrica comum. A resolução é a aposta do mercado para impulsionar o setor, que ainda esbarra no alto custo dos equipamentos.

A expectativa é de que em 2013 a ampliação nas vendas de painéis fotovoltaicos reduza os gastos com a instalação – atualmente, o sistema completo custa, em média, R$ 25 mil. “Nos últimos três anos, o preço caiu pela metade. Com a comercialização em escala, a tendência é que diminua ainda mais nos próximos anos”, afirmou ao Estadão Luis Felipe Lima, proprietário da Minha Casa Solar.

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes

A empresa de Lima, como a maioria em atividade, é especializada em fornecer painéis para casas situadas em áreas rurais, que usam baterias para armazenar a energia produzida.

Com a nova regulamentação, abre-se a possibilidade de que a geração de energia seja absorvida nas cidades pela rede elétrica, em um sistema de compensação. “Durante o dia, com um consumo normalmente reduzido de eletricidade, a residência será fornecedora da rede”, explicou Lima.

Excedente gera créditos

A ideia é que, no fim do mês, a soma da energia enviada para a rede seja equivalente à quantidade consumida. O valor pago na conta de luz será apenas a diferença – caso haja excedente, a energia produzida a mais será usada como crédito nos meses seguintes. As regras, porém, ficam a critério da concessionária.

A AES Eletropaulo, principal distribuidora da capital paulista, determina que esses créditos sejam usados em até 36 meses. Dessa forma, períodos de muito sol fornecem créditos para serem usados em época de pouca geração. A empresa afirma que começou a atender os pedidos de acesso dos clientes desde sábado (15).

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Painéis fotovoltaicos ainda são produzidos apenas no exterior – eles convertem a energia do sol em eletricidade, que pode ser integrada à rede comum

Com as diretrizes definidas, o setor espera agora facilidades para atrair interessados. “A regulamentação foi um passo fundamental, mas temos de pensar em incentivos a financiamento dos equipamentos e políticas de atração de fabricantes para o país”, observou Ricardo Baitelo, coordenador da campanha Clima e Energia do Greenpeace.

Investimento em longo prazo

Todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o engenheiro eletricista Marcelo Villalva estima que, para a geração em residências, o medidor digital vendido pelas concessionárias custe entre R$ 200 e R$ 300.

“Uma casa normal, de duas pessoas, consome em torno de 250 quilowatts-hora por mês e precisaria de meia dúzia de painéis, com um custo de cerca de R$ 16 mil”, calculou Villalva. “Em São Paulo, levaria cerca de oito anos para amortizar o investimento. No interior e outros Estados do Brasil, com maiores níveis de insolação, pode chegar até a três anos.”

Fonte http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/dezembro/brasileiros-ja-podem-produzir-energia-solar-em?tag=energia#ixzz2Fb4LNx00

Linha Benza Deus

Botões da Sorte Consciência Jeans
Botões da Sorte Consciência Jeans

No creo en brujas, pero que las hay, las hay!
(Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!)
Ditado espanhol.

A Consciência Jeans reuniu em suas roupas adereços que representam alguns dos mais tradicionais símbolos da boa sorte e proteção contra olho gordo ou mau olhado (que nada mais são do que a boa e velha inveja), tradição tão antiga quanto a civilização humana.

O ditado espanhol acima é uma forma de brincar com o fato de que muita gente diz não acreditar em coisas místicas, mas, por via das dúvidas, se benze, não passa em baixo de escada, usa amuletos etc.

Já que nossas calças jeans vestem bem e deixam você mais bonita, achamos divertida e esteticamente interessante a ideia de acrescentar elementos associados à proteção e boa-sorte!

FIGA:  Sua origem é incerta. Na Grécia e Roma antigas, a figa era usada como amuleto sexual em cultos à fertilidade e à fecundidade, e podia ser vista no pescoço de mulheres e crianças. O polegar entre os dedos médio e indicador representaria o órgão masculino penetrando o triângulo feminino. Os povos clássicos acreditavam que, ao portar tal objeto, a pessoa afastaria o risco de se tornar infértil.

Arqueólogos encontraram inúmeras figas nas ruínas de Pompéia e Herculano. Com o tempo, a figa passou a ser utilizada também para proteção contra mau-olhado, feitiços e influências negativas na crença de que o obsceno distraia o mal.

Trazida ao Brasil pelos europeus, rapidamente ganhou fama de amuleto poderoso e terminou por ser incorporada à tradição afro-brasileira, que crê no seu poder de “fechar o corpo” e garantir sorte e proteção a seus portadores, livrando-os das forças do mal.

MÃO DE FÁTIMA (Hamsa ou Abhaya Mudra): é um amuleto presente na cultura árabe, judaica e indiana.

Para o muçulmano xiita, os cincos dedos representam Maomé, Fátima, seu marido, Ali, e seus dois filhos.

Para os judeus, especialmente os sefarditas, é chamada de hamsa ou mão de Miriam, que foi irmã de Moisés e Aarão. O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros.

Existem evidências arqueológicas do uso da hamsa como um escudo contra o mau-olhado já antes do Judaísmo e do Islão. Há indícios de que a hamsa seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal.

Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus. A hamsa também aparece no Budismo; é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.

Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a hamsa. O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo. Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.

OLHO GREGO: Encontrado na Grácia, Irã, Armênia, diversos países árabes e países de influência católica, é um talismã contra a inveja e o mau-olhado, também conhecido como um símbolo da sorte.  O olho grego é muito utilizado como pingentes em pulseiras e correntes, botões e adereços. Normalmente, o olho grego é feito de vidro, com a cor azul, pois acredita-se que o mau-olhado tem essa cor, portanto seria mais eficiente em não atraí-lo. Também pode simbolizar o olhar de Deus que ilumina e protege as pessoas, além de transmitir a paz.

OLHO DE HÓRUS: também conhecido como udyat, é um símbolo que significa poder e proteção. O olho de hórus era um dos amultos mais importantes no Egito Antigo e eram usados como representação de força, vigor, segurança e saúde.

Atualmente, também é utilizado como símbolo contra a inveja e o mau-olhado, além de proteção.

Existe uma lenda, de que o olho de hórus é composto por duas partes, o olho esquerdo, e o direito, onde o olho esquerdo simboliza a lua, e o direito, o sol. A lenda volta ao Egito, onde, em uma luta o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, que acabou sendo substituído por um amuleto.

O olho direito de Hórus representa a informação concreta, que é controlada pelo lado esquerdo do cérebro. Esse lado é responsável pelo entendimento de letras, palavras e números, e é mais voltado ao universo de um modo masculino.

O olho esquerdo representa a informação abstrata, é representado pela lua, e simboliza um lado feminino, com pensamentos e sentimentos, intuição, e a capacidade de enxergar um lado espiritual.

Também é adotado pelos Maçons e significa o olho vigilante do Grande Arquiteto do Universo e às vezes aparece junto com um triângulo.

PIMENTA: devido ao seu forte ardor, acredita-se que possa afastar todo o mal deixando o invejoso com um terrível gosto em sua boca e ardor em suas entranhas. A cor viva de algumas espécies são atrativas para os olhos, “puxando” toda energia ruim que possa vir desse olhar. Há quem diga que quando a energia do ambiente está ruim, a pimenteira fica completamente seca, o que originou a expressão “olhar de seca pimenteira”.

Antigamente, na Ásia, a pimenta era usada em um conjunto de amuletos, a fim de afastar maus espíritos, tradição que persiste em muitos países inclusive no Brasil.

Depois dos fios à la Gisele e da pegada “surf style”, o cabelo da próxima temporada combina ondas suaves ao longo do comprimento com raiz lisa.

Para criar um efeito supernatural nos fios, escove-os com uma escova redonda grande e secador, modelando as pontas para dentro e para fora. Mantenha a parte de cima da cabeça bem lisa.

O truque de mestre deste visual é o babyliss do tipo triondas, que deve ser passado meio do comprimento em toda a parte externa do cabelo. Enrole cada mecha como um “8”, espere alguns segundos sem fechar o aparelho e solte.

O resultado fica natural e glamuroso, né?

Se quiser ousar, exiba um look com grampos à mostra, como fez a grife Thakoon. Esse verdadeiro salva-vidas de bad hair days agora virou acessório chave dos penteados. Aposte em versões metalizadas, douradas, coloridas ou com glitter. Decore o cabelo como bem entender.

FONTE http://colunas.revistamarieclaire.globo.com/makepop/trend-alert-o-novo-cabelo-ondulado-do-verao-2013/

 

LAGOA DO ABAETÉ

Lagoa do Abaeté
Lagoa do Abaeté

A lagoa de água escura cercada de dunas de areia branca, imortalizada pelas canções de Dorival Caymmi, é a grande atração de Itapoã. Um dos mais conhecidos cartões-postais da cidade, a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste.O Parque do Abaeté ocupa uma área de 400 hectares, e desde que foi criado, em 1993, passou a ser um importante pólo de lazer ecológico de Salvador. A área urbanizada, quase metade do total do parque, reúne atrativos, naturais e culturais, como Casa da Música, lanchonetes, restaurantes, lojas de artesanato, playground e 17 quiosques para a venda de coco e de comidas típicas. Na Casa da Música da Bahia estão reunidos documentos que contam a história da música baiana, em acervos de música, vídeo, fotos, livros e instrumentos musicais. Logo na entrada quem recebe os visitantes é a “fobica”, utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.

FAROL DA BARRA

A imagem do Farol da Barra talvez seja, ao lado do Elevador Lacerda, uma das mais conhecidas em Salvador. Mesmo quem nunca esteve na capital baiana é capaz de identificar, em uma foto de cartão postal, o monumento e sua localização. E se a Bahia começou em Santa Cruz de Cabrália, Salvador nasceu na Barra. Foi lá que o navegador Américo Vespúccio descortinou, em 1501, a Bahia de Todos os Santos. A posse foi oficializada com a colocação do marco da coroa portuguesa, onde hoje estão localizados o Forte e o Farol da Barra. A vocação turística de Salvador já se fazia presente naquele momento.No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral de Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol – um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.

FAROL DE ITAPOAN

Em Tupi Guarani, Itapoan quer dizer “pedra que ronca”. Conta a história que uma pedra roncava, na praia de Itapoan, sempre que a maré estava vazante e isso acabou dando origem ao nome ao bairro, um dos mais famosos de Salvador. No início da década de 50,Itapoan era apenas uma colônia de pescadores em uma região afastada do centro de Salvador. A praia passou a ser ponto de veraneio predileto dos soteropolitanos e hoje é um dos bairros mais populosos e populares da capital baiana.Localizada numa espécie de enseada de águas claras, Itapoan tem o mar calmo e areias enfeitadas por coqueiros. E tem coisas que só acontecem lá. Segunda- feira, por exemplo, é dia de reunir os times de futebol da vizinhança para aquele show de bola. O tradicional Baba da Ressaca reúne, logo na manhã seguinte ao agitado domingo, jogadores selecionados entre os moradores do bairro, sendo mais um ponto de encontro da comunidade do bairro. Os times se enfrentam na Associação dos ex-combatentes para curar a ressaca de domingo.

PELOURINHO

A história do Pelourinho se confunde, em muito, com a história da própria cidade de Salvador, no melhor ponto para a construção da “cidade fortaleza”, o hoje chamado Pelourinho, local ideal de suas pretensões.As razões que levaram a escolha do Pelourinho são bastante claras. É a parte mais alta da cidade, em frente ao porto, perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase noventa metros de altura, por quinze quilômetros de extensão, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar.
Em poucos anos, Tomé de Souza construiu uma série de casarões e sobrados, na parte superior dessa muralha, todas inspiradas, evidentemente, na arquitetura barroca portuguesa e erguidos com mão de obra escrava negra e indígena. Para dar maior proteção à cidade, o Governador Geral limitou o acesso a apenas quatro portões, estes totalmente destruídos durante as tentativas sem sucesso, de dominação da cidade no séc. XVII.
Na verdade, o termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos, afastado da cidade. A fim de demostrar à população sua força e poder, os senhores de engenho resolveram construir um “pelourinho” no centro da cidade, instalando-o no largo central, hoje área localizada em frente acasa de Jorge Amado. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Devido a esse fato o “pelourinho” virou ponto de referência da cidade, dando nome ao antigo centro da cidade, e hoje Centro Histórico de Salvador.
Com o passar dos tempos, o nome Pelourinho se popularizou, tanto na Bahia quanto no Exterior, passando a referir-se a toda a área do conjunto arquitetônico barroco-português compreendida entre o
Terreiro de Jesus e a Igreja do Passo.
Durante o séc. XVI e até o início do séc. XX, o Pelourinho foi o bairro da aristocracia soteropolitana, composta de senhores de engenho, políticos, grandes comerciantes e o clero, por isso a forte influência européia na sua arquitetura e o grande número de igrejas num espaço geográfico tão pequeno e, certamente, o mais antigo da cidade.Foi justamente nessa época que o poder político da cidade concentrava-se nesse local que ainda tem monumentos como a Câmara Municipal, sede da Prefeitura, a Assembléia Legislativa e a sede do Governo do Estado. Porém, hoje em dia, apenas a Câmara e a Prefeitura continuam com suas sedes no Centro Histórico.

 MERCADO MODELO

O prédio, de propriedade da Prefeitura de Salvador, reproduz formas neo-clássicas consagradas da segunda metade do século XIX e é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. É cercado pela praça Cairu, Elevador Lacerda, armazéns das Docas, edifícios comerciais e um pequeno ancoradouro, conhecido como Rampa do Mercado Modelo, onde ainda aportam saveiros. Há poucos anos, no subsolo do Mercado, foram descobertos túneis sustentados arcadas, antes utilizados como refúgio contra os invasores estrangeiros. O local fica abaixo do nível do mar e, por isso, está constantemente alagado.Mesmo quem nunca veio a Salvador conhece o Mercado Modelo, pelo menos de nome. Muitos ainda conhecem a imagem de cartão postal do belo prédio amarelo. Parada obrigatória para quem visita a capital baiana, o local é um dos cinco pontos turísticos mais visitados de Salvador. A rampa, que serve de ponto de venda de peixes, é citada em pelo menos três livros de Jorge Amado: Mar Morto (1936), A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua (1961) e O Sumiço da Santa (1988). O espaço funciona todos os dias da semana das 9h às 19h. Aos domingos e feriados, o fechamento é mais cedo, às 14h.

Fonte http://lstransporteeturismo.com/Pontos-Turisticos.php