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Linha Benza Deus

Botões da Sorte Consciência Jeans
Botões da Sorte Consciência Jeans

No creo en brujas, pero que las hay, las hay!
(Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!)
Ditado espanhol.

A Consciência Jeans reuniu em suas roupas adereços que representam alguns dos mais tradicionais símbolos da boa sorte e proteção contra olho gordo ou mau olhado (que nada mais são do que a boa e velha inveja), tradição tão antiga quanto a civilização humana.

O ditado espanhol acima é uma forma de brincar com o fato de que muita gente diz não acreditar em coisas místicas, mas, por via das dúvidas, se benze, não passa em baixo de escada, usa amuletos etc.

Já que nossas calças jeans vestem bem e deixam você mais bonita, achamos divertida e esteticamente interessante a ideia de acrescentar elementos associados à proteção e boa-sorte!

FIGA:  Sua origem é incerta. Na Grécia e Roma antigas, a figa era usada como amuleto sexual em cultos à fertilidade e à fecundidade, e podia ser vista no pescoço de mulheres e crianças. O polegar entre os dedos médio e indicador representaria o órgão masculino penetrando o triângulo feminino. Os povos clássicos acreditavam que, ao portar tal objeto, a pessoa afastaria o risco de se tornar infértil.

Arqueólogos encontraram inúmeras figas nas ruínas de Pompéia e Herculano. Com o tempo, a figa passou a ser utilizada também para proteção contra mau-olhado, feitiços e influências negativas na crença de que o obsceno distraia o mal.

Trazida ao Brasil pelos europeus, rapidamente ganhou fama de amuleto poderoso e terminou por ser incorporada à tradição afro-brasileira, que crê no seu poder de “fechar o corpo” e garantir sorte e proteção a seus portadores, livrando-os das forças do mal.

MÃO DE FÁTIMA (Hamsa ou Abhaya Mudra): é um amuleto presente na cultura árabe, judaica e indiana.

Para o muçulmano xiita, os cincos dedos representam Maomé, Fátima, seu marido, Ali, e seus dois filhos.

Para os judeus, especialmente os sefarditas, é chamada de hamsa ou mão de Miriam, que foi irmã de Moisés e Aarão. O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros.

Existem evidências arqueológicas do uso da hamsa como um escudo contra o mau-olhado já antes do Judaísmo e do Islão. Há indícios de que a hamsa seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal.

Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus. A hamsa também aparece no Budismo; é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.

Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a hamsa. O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo. Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.

OLHO GREGO: Encontrado na Grácia, Irã, Armênia, diversos países árabes e países de influência católica, é um talismã contra a inveja e o mau-olhado, também conhecido como um símbolo da sorte.  O olho grego é muito utilizado como pingentes em pulseiras e correntes, botões e adereços. Normalmente, o olho grego é feito de vidro, com a cor azul, pois acredita-se que o mau-olhado tem essa cor, portanto seria mais eficiente em não atraí-lo. Também pode simbolizar o olhar de Deus que ilumina e protege as pessoas, além de transmitir a paz.

OLHO DE HÓRUS: também conhecido como udyat, é um símbolo que significa poder e proteção. O olho de hórus era um dos amultos mais importantes no Egito Antigo e eram usados como representação de força, vigor, segurança e saúde.

Atualmente, também é utilizado como símbolo contra a inveja e o mau-olhado, além de proteção.

Existe uma lenda, de que o olho de hórus é composto por duas partes, o olho esquerdo, e o direito, onde o olho esquerdo simboliza a lua, e o direito, o sol. A lenda volta ao Egito, onde, em uma luta o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, que acabou sendo substituído por um amuleto.

O olho direito de Hórus representa a informação concreta, que é controlada pelo lado esquerdo do cérebro. Esse lado é responsável pelo entendimento de letras, palavras e números, e é mais voltado ao universo de um modo masculino.

O olho esquerdo representa a informação abstrata, é representado pela lua, e simboliza um lado feminino, com pensamentos e sentimentos, intuição, e a capacidade de enxergar um lado espiritual.

Também é adotado pelos Maçons e significa o olho vigilante do Grande Arquiteto do Universo e às vezes aparece junto com um triângulo.

PIMENTA: devido ao seu forte ardor, acredita-se que possa afastar todo o mal deixando o invejoso com um terrível gosto em sua boca e ardor em suas entranhas. A cor viva de algumas espécies são atrativas para os olhos, “puxando” toda energia ruim que possa vir desse olhar. Há quem diga que quando a energia do ambiente está ruim, a pimenteira fica completamente seca, o que originou a expressão “olhar de seca pimenteira”.

Antigamente, na Ásia, a pimenta era usada em um conjunto de amuletos, a fim de afastar maus espíritos, tradição que persiste em muitos países inclusive no Brasil.

Depois dos fios à la Gisele e da pegada “surf style”, o cabelo da próxima temporada combina ondas suaves ao longo do comprimento com raiz lisa.

Para criar um efeito supernatural nos fios, escove-os com uma escova redonda grande e secador, modelando as pontas para dentro e para fora. Mantenha a parte de cima da cabeça bem lisa.

O truque de mestre deste visual é o babyliss do tipo triondas, que deve ser passado meio do comprimento em toda a parte externa do cabelo. Enrole cada mecha como um “8”, espere alguns segundos sem fechar o aparelho e solte.

O resultado fica natural e glamuroso, né?

Se quiser ousar, exiba um look com grampos à mostra, como fez a grife Thakoon. Esse verdadeiro salva-vidas de bad hair days agora virou acessório chave dos penteados. Aposte em versões metalizadas, douradas, coloridas ou com glitter. Decore o cabelo como bem entender.

FONTE http://colunas.revistamarieclaire.globo.com/makepop/trend-alert-o-novo-cabelo-ondulado-do-verao-2013/

 

LAGOA DO ABAETÉ

Lagoa do Abaeté
Lagoa do Abaeté

A lagoa de água escura cercada de dunas de areia branca, imortalizada pelas canções de Dorival Caymmi, é a grande atração de Itapoã. Um dos mais conhecidos cartões-postais da cidade, a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste.O Parque do Abaeté ocupa uma área de 400 hectares, e desde que foi criado, em 1993, passou a ser um importante pólo de lazer ecológico de Salvador. A área urbanizada, quase metade do total do parque, reúne atrativos, naturais e culturais, como Casa da Música, lanchonetes, restaurantes, lojas de artesanato, playground e 17 quiosques para a venda de coco e de comidas típicas. Na Casa da Música da Bahia estão reunidos documentos que contam a história da música baiana, em acervos de música, vídeo, fotos, livros e instrumentos musicais. Logo na entrada quem recebe os visitantes é a “fobica”, utilizada por Dodô e Osmar na criação do trio elétrico, decorada como na época.

FAROL DA BARRA

A imagem do Farol da Barra talvez seja, ao lado do Elevador Lacerda, uma das mais conhecidas em Salvador. Mesmo quem nunca esteve na capital baiana é capaz de identificar, em uma foto de cartão postal, o monumento e sua localização. E se a Bahia começou em Santa Cruz de Cabrália, Salvador nasceu na Barra. Foi lá que o navegador Américo Vespúccio descortinou, em 1501, a Bahia de Todos os Santos. A posse foi oficializada com a colocação do marco da coroa portuguesa, onde hoje estão localizados o Forte e o Farol da Barra. A vocação turística de Salvador já se fazia presente naquele momento.No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral de Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol – um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.

FAROL DE ITAPOAN

Em Tupi Guarani, Itapoan quer dizer “pedra que ronca”. Conta a história que uma pedra roncava, na praia de Itapoan, sempre que a maré estava vazante e isso acabou dando origem ao nome ao bairro, um dos mais famosos de Salvador. No início da década de 50,Itapoan era apenas uma colônia de pescadores em uma região afastada do centro de Salvador. A praia passou a ser ponto de veraneio predileto dos soteropolitanos e hoje é um dos bairros mais populosos e populares da capital baiana.Localizada numa espécie de enseada de águas claras, Itapoan tem o mar calmo e areias enfeitadas por coqueiros. E tem coisas que só acontecem lá. Segunda- feira, por exemplo, é dia de reunir os times de futebol da vizinhança para aquele show de bola. O tradicional Baba da Ressaca reúne, logo na manhã seguinte ao agitado domingo, jogadores selecionados entre os moradores do bairro, sendo mais um ponto de encontro da comunidade do bairro. Os times se enfrentam na Associação dos ex-combatentes para curar a ressaca de domingo.

PELOURINHO

A história do Pelourinho se confunde, em muito, com a história da própria cidade de Salvador, no melhor ponto para a construção da “cidade fortaleza”, o hoje chamado Pelourinho, local ideal de suas pretensões.As razões que levaram a escolha do Pelourinho são bastante claras. É a parte mais alta da cidade, em frente ao porto, perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase noventa metros de altura, por quinze quilômetros de extensão, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar.
Em poucos anos, Tomé de Souza construiu uma série de casarões e sobrados, na parte superior dessa muralha, todas inspiradas, evidentemente, na arquitetura barroca portuguesa e erguidos com mão de obra escrava negra e indígena. Para dar maior proteção à cidade, o Governador Geral limitou o acesso a apenas quatro portões, estes totalmente destruídos durante as tentativas sem sucesso, de dominação da cidade no séc. XVII.
Na verdade, o termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos, afastado da cidade. A fim de demostrar à população sua força e poder, os senhores de engenho resolveram construir um “pelourinho” no centro da cidade, instalando-o no largo central, hoje área localizada em frente acasa de Jorge Amado. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Devido a esse fato o “pelourinho” virou ponto de referência da cidade, dando nome ao antigo centro da cidade, e hoje Centro Histórico de Salvador.
Com o passar dos tempos, o nome Pelourinho se popularizou, tanto na Bahia quanto no Exterior, passando a referir-se a toda a área do conjunto arquitetônico barroco-português compreendida entre o
Terreiro de Jesus e a Igreja do Passo.
Durante o séc. XVI e até o início do séc. XX, o Pelourinho foi o bairro da aristocracia soteropolitana, composta de senhores de engenho, políticos, grandes comerciantes e o clero, por isso a forte influência européia na sua arquitetura e o grande número de igrejas num espaço geográfico tão pequeno e, certamente, o mais antigo da cidade.Foi justamente nessa época que o poder político da cidade concentrava-se nesse local que ainda tem monumentos como a Câmara Municipal, sede da Prefeitura, a Assembléia Legislativa e a sede do Governo do Estado. Porém, hoje em dia, apenas a Câmara e a Prefeitura continuam com suas sedes no Centro Histórico.

 MERCADO MODELO

O prédio, de propriedade da Prefeitura de Salvador, reproduz formas neo-clássicas consagradas da segunda metade do século XIX e é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. É cercado pela praça Cairu, Elevador Lacerda, armazéns das Docas, edifícios comerciais e um pequeno ancoradouro, conhecido como Rampa do Mercado Modelo, onde ainda aportam saveiros. Há poucos anos, no subsolo do Mercado, foram descobertos túneis sustentados arcadas, antes utilizados como refúgio contra os invasores estrangeiros. O local fica abaixo do nível do mar e, por isso, está constantemente alagado.Mesmo quem nunca veio a Salvador conhece o Mercado Modelo, pelo menos de nome. Muitos ainda conhecem a imagem de cartão postal do belo prédio amarelo. Parada obrigatória para quem visita a capital baiana, o local é um dos cinco pontos turísticos mais visitados de Salvador. A rampa, que serve de ponto de venda de peixes, é citada em pelo menos três livros de Jorge Amado: Mar Morto (1936), A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua (1961) e O Sumiço da Santa (1988). O espaço funciona todos os dias da semana das 9h às 19h. Aos domingos e feriados, o fechamento é mais cedo, às 14h.

Fonte http://lstransporteeturismo.com/Pontos-Turisticos.php

A base dos tecidos reciclados usados pela Consciência Jeans é o reaproveitamento de garrafas peet e também de sobras de tecidos de confecções 100% algodão. As garrafas pet são separadas por cores para depois serem transformadas em fibras de poliéster. Os retalhos de tecidos também são separados por cores e desfibrados. As resistentes fibras de poliéster são combinadas com o algodão reciclado criando um fio já colorido que junta a resistência do poliéster e a maciez do algodão. O resultado final é um tecido de qualidade tão boa quanto o confeccionado com matéria prima não reciclada, mas com uma diferença fundamental: um inestimável valor social e ecológico. Este é um investimento em sustentabilidade e conciência ambiental. Compartilhe esta atitude.

Fonte : http://www.etexecologica.com.br/

Os desfiles do SPFW já adiantam a nova tendência para o próximo ano: usar e abusar do iluminador. O produto, que pode ser cremoso, líquido ou em bastão, dá brilho e viço à pele e deixa a expressão delicada. O mais legal? Dá para copiar seu efeito com outros itens do necessaire: corretivo mais claro, gloss transparente, batom dourado, blush cintilante, sombra perolada…

Têca

Henrique Martins, responsável pela maquiagem da Têca, trouxe um make monocromático, com olhos marcados em tons terrosos. Nas têmporas, usou o gel iluminador Surfside Glam Make B., de O Boticário, produto “must” desse verão. Três em um, pode ser usado no rosto, nos olhos (no lugar da sombra) ou até mesmo para valorizar o colo.

Ellus

A Ellus foi de esfumadinho básico, com uma sombra preta de canto de olho, máscara para cílios, blush cremoso e, é claro, blush iluminador – o “Solar Ray, da MAC – nos contornos do rosto.

Colcci

Para a Colcci, o maquiador Robert Estevão criou um olho sexy, a partir de um mix de sombras marrons e cinzas. Já o blush Mineralize Solar Ray, da MAC, que tem efeito brilhante, foi usado para ressaltar os ângulos do rosto. Nos lábios, batom cor de boca.

Tufi Duek

Para a marca Tufi Duek, o maquiador Daniel Hernandez harmonizou o look, que tem como destaque as sobrancelhas marcadas, com uma camada fina de gloss nas pálpebras. Aliás, se aplicado em pontos estratégicos do rosto, o brilho do produto faz as vezes de um iluminador cremoso. Blush e batom levemente rosados completam a produção.

Ronalgo Fraga

O make natureba também apareceu no backstage de Ronaldo Fraga. Tudo isso criado pelo meu amado maquiador (e amigo!) Marcos Costa. Outra boa sugestão para acender o rosto é escolher um corretivo um tom abaixo do seu tom de pele e aplicar no canto interno dos olhos, têmporas e queixo. O efeito será o mesmo que de um iluminador.

FH por Fause Haten

Ricardo dos Anjos foi quem pensou o look de FH por Fause Haten, que trouxe uma maquiagem feita, basicamente, a partir de um único produto: o batom dourado. Multifuncional, foi usado no lugar do iluminador. Para encerrar, cílios postiços de cantoneira e o batom Obay, da Illamasca (um dos meu preferidos ever!).

Conclusão do dia? Se você não possui um iluminador, com certeza tem um dos itens “alternativos”, que conseguem criar o mesmo efeito.

Beijo!

Reportagem original da Revista Marie Claire

http://colunas.revistamarieclaire.globo.com/makepop/maquiagem-iluminada-e-destaque-nos-desfiles-do-spfw/

Animal print são clássicos e estão com tudo neste verão, ficam ótimos em acessórios e também em roupas.

As estampas de onça, zebra e também os couros impressos em relevo de croco ou cobra, proporcionam looks poderosos, com um toque aventureiro, use combinando com jeans, caquis ou preto. Nesta foto shorts Consciência Jeans em composição bem urbana.

Técnica PET

Este método, desenvolvido pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, reutiliza garrafas plásticas para compor um lindo jardim vertical. A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original. As garrafas ficam suspensas, amarradas em cordas de varais.

MATERIAIS

– Garrafa PET de 2 litros vazia e limpa;

– Tesoura

– Corda de varal, cordoalha, barbante ou arame

– Para os que optarem por cordoalhas ou arames, serão necessárias duas arruelas por garrafa PET

– Terra

– Muda de planta

MODO DE FAZER

Corte a garrafa PET, como na foto abaixo.

Para fixar as garrafas, devemos fazer dois furos no fundo da garrafa e dois na parte superior da garrafa. Dá pra entender direitinho olhando bem a foto acima. Além dos furinhos para passar a corda, é necessário um pequeno furo no fundo da garrafa. A água usada para regar a muda precisa escoar.

Depois disso, passe a corda por um furo e puxe pelo outro.

Muitas pessoas nos perguntaram como fazer para as garrafas não “escorregarem” pela corda (ou barbante, ou cordoalha). Obrigado pela colaboração e participação. Pensando nisso, elaboramos dois desenhos, com duas sugestões.

– Para quem usar corda de varal ou barbante:

– Para quem usar cordoalha ou arame:

Depois, basta esticar e fixar a corda na parede.


Material enviado ao Arquitetura Sustentável pelo colaborador Marcos Roberto Moacir Ribeiro Pinto

Fonte: Rosenbaum.com.br e Arquitetura Sustentável

Em Buenos Aires lei prevê que casas e edifícios passem a usar águas pluviais para tarefas cotidiana

 

O controle do uso de água é um problema de longa data para a população mundial. Mas uma iniciativa da cidade de Buenos Aires, Argentina, pode ser uma boa opção para lidar com a futura escassez do recurso. Uma  lei municipal exige que grandes edifícios e casas passem a coletar água da chuva.

Um sistema de drenagem por meio de tanques, tubos, caixas e bombas tornará possível que os moradores passem a utilizar as águas pluviais para tarefas que não necessitam de água tratada, como limpeza de casas, calçadas, carros e jardins. Assim, espera-se diminuir o gasto de água da rede de abastecimento e evitar enchentes em épocas chuvosas.

Está sendo colocado em prática, inclusive, um plano de comunicação para o fomento à utilização da água das chuvas, de maneira que a população possa entender que grande parte do uso de água não requer que ela seja potável.

Catraca livre Felipe Blumen em 03/10/12

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A fotógrafa Patrícia Almeida estava caminhando pelas ruas de Águeda, charmosa cidade em Portugal, quando se deparou com uma rua repleta de guarda-chuvas coloridos. As fotos foram feitas com a câmera do IPhone e efeitos do aplicativo Instagram.

Todos os anos, durante o mês de julho, a cidade recebe instalações como esta,  além de shows e vários outros eventos, por conta de um festival local. A fotógrafa apelidou a instalação de “céu de guarda-chuvas”. Repare como são bonitas as sombras que se formam no chão. Uma obra simples e super lúdica!

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Clique sobre as imagens para aumentar.

 

Ver mais em :

http://colunas.revistamarieclaire.globo.com/ralstonites/2012/07/27/instalacao-com-guarda-chuvas-colorem-cidade-em-portugal/

Olá,

O animal print é uma das estampas queridinhas do mundo fashion. Quer arrasar no look?! Veja algumas maneiras de usar animal print, que vão desde onças, cobras, dálmatas até as zebras.

Para looks casuais e mais discretos aposte nos acessórios, como bolsas, sapatos e até bijuterias, combine com peças neutras como o preto, branco e nude. Para o dia a dia o animal print fica maravilhoso acompanhado de uma calça jeans flare. Elegância na certa!

Já para aquelas que querem um look maximalista, aposte nas saias, jaquetas, blusas e calças na estampa animal print. Não existe certo ou errado, o importante é se sentir confiante e segura com o look!

O animal print é uma estampa atemporal e deixar qualquer look sexy em segundos desde produções mais casuais as mais elaboradas. Uma aposta certeira? Animal print e jeans!

E você está esperando o que para se jogar no animal print e soltar as suas feras?!

Você encontra peças jeans na loja Consciência Jeans. Visite a Loja de Jeans no Brás na Rua Mendes Junior, 395 ou na Rua Xavantes, 173 em São Paulo ou encontre um revendedor na sua cidade, veja aqui os locais.